 Fórum em São Paulo discute ameaças totalitárias do programa nacional de "direitos humanos", aberração criada no governo FHC/PSDB e piorada pelo PT. Dos sites IPCO e PLD: Participe do Fórum: As ameaças do PNDH -3 continuam 9, agosto, 2010 No dia 26 de agosto, com o apoio do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, vai acontecer em São Paulo o Fórum “As ameaças do Programa Nacional dos Direitos Humanos- 3 continuam!”. E gostaríamos de convidar todos os leitores a participar deste evento, que vai esclarecer pontos fundamentais deste pacote de pretensas leis que poderá afetar profundamente nosso futuro. No fórum serão apresentadas, por exemplo, todas as manobras que alguns políticos fizeram para tentar abafar o clamor dos que são contra o PNDH-3. Faça aqui gratuitamente a sua inscrição. Há alguns meses, por pressão de diversos setores da sociedade, alguns pontos deste nefasto programa foram alterados. Mas até que ponto isso é verdade? Não seria apenas um recurso para nos convencer de que o PNDH-3 é apenas uma declaração de intenções do governo? E que não seria implementado tal qual foi concebido, com apoio à total legalização do aborto e à “facilitação” de invasões de propriedades privadas? Estas e outras respostas você saberá se participar do Fórum. O evento ainda vai informar outros dos principais acontecimentos envolvendo o PNDH-3, oito meses após o Presidente da República assinar este Programa absurdo para ir em votação no Congresso. Todos estão convidados a participar e ficarem ainda mais alertas sobre as aberrações propostas sobre o PNDH-3! Faça aqui gratuitamente sua inscrição Participarão do fórum diversos especialistas no assunto, e você terá oportunidade de conhecê-los e conversar com eles. São pessoas que estudaram muito as questões que envolvem o Programa e podem lhe ajudar a entender como ele funciona na prática. Quanto mais informados sobre os perigos do PNDH-3 estivermos, mais argumentos teremos para levantarmos nossa voz contra ele. Inscreva-se gratuitamente agora Anote em sua agenda: O Fórum sobre as ameaças do PNDH-3 irá acontecer: Dia 26 de agosto (quinta-feira) a partir das 19h30 Local: Golden Tulip – Paulista Plaza Endereço: Alameda Santos, 85, Jardins – São Paulo (SP) Veja no mapa Confirme logo sua presença, as vagas são limitadas. Tags: Ação, Fórum, PNDH-3 Fonte: http://www.ipco.org.br/home/noticias/participe-do-forum-as-ameacas-do-pndh-3-continuam * * *  |  | Participe do Forum: As ameaças do Programa Nacional dos Direitos Humanos–3 continuam! Em 22 de dezembro de 2009, por decreto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pôs em vigor o Plano Nacional de Direitos Humanos-3 (PNDH-3), texto agressivo, totalitário e coletivista, que traumatizou a Nação. O diploma legal, saudado com entusiasmo pelas esquerdas, não teve condições políticas de sustentação. Quase cinco meses depois, premido pelo clamor da inconformidade popular e por conveniências eleitorais, o governo finalmente alterou em pontos fundamentais o PNDH-3. Foi verdade ou show? Você precisa saber para ficar atualizado. - O que pensar deste programa da coligação governista, que procura enfiar o Brasil nos moldes de sua utopia de destruição?
- O governo, ao ajustar pontos do programa que traumatizaram a Nação, ferindo-a em seus sentimentos de religião, nacionalidade e autonomia pessoal, recuou como foi noticiado por certa imprensa? Ou fez retirada momentânea sem abandono a objetivos programáticos irrenunciáveis para revolucionários, hoje no governo, obcecados por seus ideais de demolição?
Estas e outras perguntas de enorme atualidade serão respondidas por especialistas na matéria, com grande experiência da vida pública brasileira. Dia 26 de agosto de 2010 Local: GOLDEN TULIP– Paulista Plaza -  Endereço: Alameda Santos, 85 – Jardins – São Paulo  Prof. Ives Gandra da Silva Martins As inconstitucionalidades no PNDH-3. Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança A corrosão do direito de propriedade no PNDH-3. Reforma agrária, quilombolas, questão indígena. Deputado Federal Jairo Paes de Lira O PNDH no Congresso Nacional. Aborto, “casamento homossexual” e desarmamento. Dr. Paulo Uebel, Diretor executivo do Instituto Millenium Aspectos econômicos do PNDH-3 – A prosperidade e o desenvolvimento humano  19:30 hs Recepção e welcome coffee 20:00 hs Início do forum 22:00 hs Considerações finais e Encerramento | | Confirme sua presença, vagas limitadas | | Maiores informações nos endereços www.pelalegitimadefesa.org.br ou http://painel.pndh3.blogspot.com | Fonte: http://www.pelalegitimadefesa.org.br/acao/pndh3/pndh3.asp – http://painelpndh3.blogspot.com * * * Personalidades tratam do PNDH no dia 26 de Agosto – Inscrições gratuitas aqui 11, agosto, 2010  Príncipe Imperial fará parte do Painel sobre o PNDH-3 No próximo dia 26 de Agosto, 4 personalidades participarão de um Painel de debates no Hotel Golden Tulip, da Al. Santos, na capital paulista. O leitor está convidado. Basta fazer a inscrição gratuita, clicando aqui. Os palestrantes serão: Dom Bertrand de Orleáns e Bragança - bisneto da Princesa Isabel e Coordenador Nacional do Movimento Paz no Campo Ives Gandra Martins – um dos mais renomados juristas brasileiros Dep. Paes de Lira – da bancada em defesa da vida e da família e pela legítima defesa na Câmara dos Deputados Dr. Paulo Uebel – Diretor Executivo do Instituto Millenium Veja aqui seu convite e a programação Faça aqui sua inscrição gratuita – Vagas limitadas  Um dos mais renomados juristas do Brasil mostrará as inconstitucionalidades do PNDH-3 O evento está sendo organizado, patrocinado e apoiado por uma coalisão de movimentos que temem pelo futuro do Brasil caso o PNDH-3 seja implantado: Patrocinadores: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira Movimento Pela Legítima Defesa Instituto Millenium Outras 14 associações estão participando e apoiando o evento. Confira aqui As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. Garanta sua vaga aqui.  Cel. Paes de Lira dará importantes informações sobre a tramitação do PNDH-3 no Congresso Nacional  Diretor Executivo do Instituto Millenium falará sobre os aspectos econômicos // Receba os proximos artigos no seu email. Attachment: forum-ameaças-pndh-3.jpg
Boicote contra a DuLoren devido a propaganda que ataca cristãos As agências de publicidade Agnelo Pacheco Rio e Simples tiveram a infeliz idéia de lançar uma campanha para a empresa de lingerie DuLoren, pegando carona na onda do anticristianismo e na associação fajuta entre Igreja Católica e pedofilia, tão em moda. O anúncio, ambientado na Praça de São Pedro, Vaticano, mostra uma mulher, de calcinha e sutiã e com pose de valentona, apontando um crucifixo contra um padre, meio ao estilo de quem aponta uma cruz contra um vampiro, como se vê em filmes. No topo da foto, as palavras que servem de desculpa para a bobajada: "Pedofilia. Não." Cristãos e demais pessoas que não aceitam esse tipo de provocação barata decidiram protestar e iniciaram um boicote à marca, fazendo as empresas envolvidas na palhaçada sentirem no bolso o resultado de seus ataques. Vale ressaltar que as empresas DuLoren, Simples e Agnelo Pacheco, assim como outras, têm o direito de fazer propagandas ridículas e de queimar sua imagem e seu dinheiro, buscando agradar minorias e fazendo média "politicamente correta". Mais direito ainda têm os cidadãos de se manifestar livremente, protestar e boicotar tais marcas, parando de consumir produtos dessas empresas e, por vias legítimas, dando-lhes prejuízo. O dinheiro é a linguagem que tais oportunistas compreendem melhor. Matéria do blog Comunicação Católica: A marca de lingeries Duloren revelou por meio de seu Twitter uma foto de sua nova campanha "publicitária" "Pedofilia, não!", que será lançada nesse mês de julho de 2010. A peça publicitária polemiza ao trazer uma mulher em trajes íntimos apontando um crucifixo para um um homem de costas, que nos leva a identificar como sendo um padre, pela roupa e pelo local onde se dá a cena, em plena Praça de São Pedro, no Vaticano, em Roma, Itália. A marca tenta fazer uma crítica aos recentes casos divulgados pela imprensa de abuso sexual a crianças por representantes da igreja católica. Mas, afinal, o que é que tem a ver peça íntima de mulheres, com igreja católica e com pedofilia – que trata de crianças vítimas- e não de mulheres..? Só pode ser mais um afronte e desrespeito a nossa Igreja Católica, como os diversos casos que têm acontecido recentemente, tal como o caso da peça publicitária de uma fabricante de automóveis, que graças a Deus foi tirada do ar pela empresa, que reconheceu a inadequação da peça. Há dez anos a Duloren não fotografava uma campanha no exterior, e escolheu a Itália, e justamente a Praça de São Pedro no Vaticano como locação para as novas fotos. Local tão sagrado para nós católicos do mundo inteiro. A Duloren, pela primeira vez, vai usar mídias sociais para divulgar a nova campanha, além da mídia impressa e peças publicitárias em lojas da marca. O que torna a campanha mais tendenciosa ainda, pois chegará a um número maior ainda de pessoas no mundo inteiro. A Simples Agência é responsável pela ação online e o anúncio foi criado pela Agnelo Pacheco Rio.
Por isso irmãos em Cristo, estamos iniciando uma campanha de repúdio a essa peça publicitária e conclamamos a todos os católicos que enviem e-mails para a Duloren, demonstrando o nosso repúdio a que essa peça publicitária seja veiculada, solicitando que a empresa tenha respeito pela nossa fé e pelos nossos locais sagrados e não divulgue tal propaganda como foi feita. Vamos encher a caixa de e-mails da Duloren!!!!!!! E caso a empresa não demonstre respeito pela nossa fé, conclamamos ainda todas as mulheres católicas para que não comprem qualquer lingerie da Duloren. Vamos mostrar a nossa força, de uma forma que as empresas muito conhecem e dão valor, o dinheiro. Ou seja, vamos agir para que o faturamento da Duloren seja abalado pelas "não compras" de seus produtos pelas mulheres católicas do mundo inteiro. Endereço da Duloren para enviarmos nossos protestos: Fonte: http://comunicacaocatolicanaweb.blogspot.com/2010/06/propaganda-da-duloren-ofende-igreja.html Matéria do Portal da Propaganda sobre a campanha publicitária da DuLoren: | Qui, 01 de Julho de 2010 10:40 | | A Duloren, maior grife de moda íntima em distribuição do Brasil, lança em julho sua nova campanha publicitária que promete gerar polêmica. Pela primeira vez, a campanha será lançada nas mídias sociais (Facebook, Orkut e Twitter - @dulorenbrasil), passando depois para a mídia impressa e para os mais de 20 mil pontos de venda da marca. | 
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As redes sociais da marca já estão sendo gerenciadas pela Simples Agência, responsável também pela veiculação desta campanha online. A peça, criada pela Agnelo Pacheco Rio, é uma crítica aos recentes casos de abuso sexual a crianças divulgados pela imprensa. Há dez anos a Duloren não fotografava uma campanha no exterior e escolheu a Itália como locação para as novas fotos. Assim, a imagem terá a praça de São Pedro, no Vaticano, como cenário. Em primeiro plano, a modelo – de lingerie, é claro – mostrará um crucifixo para um homem de costas, acompanhado da frase ‘Pedofilia. Não’. “Já fotografamos em Paris e nos Estados Unidos, mas nos últimos anos ficamos pelo Brasil, como uma forma de prestigiar ainda mais nosso País. Agora, para mudar um pouco, decidimos dar um ‘pulinho’ lá fora. E nada melhor do que a Itália para servir de locação para a nova campanha”, diz Denise Areal, diretora de Marketing e Estilo da Duloren. | Fonte: http://www.portaldapropaganda.com.br/portal/component/content/article/16-capa/19591-duloren-contra-a-pedofilia.html Tweet da Simples Agência: Fonte: http://twitter.com/simplesagencia - http://twitter.com/simplesagencia/status/17501918670 Postagem no blog do Professor Felipe Aquino, da Canção Nova, sobre o protesto, com centenas de comentários de leitores, principalmente via Twitter, propondo o boicote: Arquivado em: Ataques a Igreja — Prof. Felipe Aquino at 4:17 pm on segunda-feira, julho 5, 2010  Católico, escreva para a Duloren protestando contra isso. Este é o link para se protestar contra o anúncio blasfemo: http://www.duloren.com.br/faleconosco/index.php Fonte: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2010/07/05/blasfemia-da-duloren
 Pronunciamento do Deputado Federal Miguel Martini (PHS-MG) acerca da censura ao livro Sim, Sim! Não, Não!, do Monsenhor Jonas Abib (Ed. Canção Nova). 21/05/08 Indignação do orador com a decisão da Justiça do Estado da Bahia de recolhimento do livro Sim, Sim! Não, Não!, Reflexões de Cura e Liberação, de autoria do Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova. O SR. MIGUEL MARTINI (PHS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, uso a tribuna nesta quarta-feira para lamentar uma decisão, nobre Deputado Gilmar Machado, da Justiça da Bahia, que mandou recolher o livro do Monsenhor Jonas, da Comunidade Canção Nova. Simplesmente mandou recolher. Qual é a tônica do livro cujo título é Sim, sim! Não, não! O livro diz respeito ao Evangelho, à palavra de Deus. E diz o que não é, conforme a palavra de Deus. Ora, onde está o erro em cada um se posicionar, direito garantido pela Constituição Federal? O que está errado, Deputado Gilmar Machado, V.Exa., que é evangélico, em defender princípios em que se crê? Quer dizer que agora nós temos de crer em tudo aquilo em que todos crêem? Nós não mais podemos nos manifestar no que é diferente entre mim e o outro? Ora, a democracia supõe exatamente isso, o respeito pelo pensar diferente. Sr. Presidente, o livro do Monsenhor Jonas Abib, que já vendeu mais de 400 mil exemplares, tem a proposta única de dizer para os cristãos católicos o que o Evangelho fala, o que o Evangelho defende e o que não é defendido pelo Evangelho. Mas a Justiça da Bahia, assim diz a nota da Folha de S.Paulo, determinou o recolhimento, em Salvador, de todos os exemplares do livro Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação, da Editora Canção Nova, do Pe. Jonas Abib, que agora é Monsenhor. A determinação é da Justiça da Bahia. O Padre é fundador da Comunidade Canção Nova, ligada à Renovação Carismática Católica, ala da Igreja Católica. Enfim, aonde estamos chegando neste País? Há um projeto de lei tramitando no Senado que quer limitar a manifestação, por parte dos cristãos, das suas convicções bíblicas e evangélicas. E agora há uma decisão, da qual, é claro, cabe recurso. Tenho certeza de que ela será derrubada, pois o corpo jurídico da editora já está entrando com ação. Logicamente que não há nesse livro nenhuma acusação a ninguém. Não há desmerecimento de nenhuma outra doutrina. Pelo contrário, Presidente, há um respeito profundo. O que há no livro é a manifestação da palavra de Deus e de como os cristãos católicos devem se posicionar e como não devem. Assim devem fazer os espíritas, os evangélicos, os mórmons, todos. O que a Constituição Federal prevê é exatamente o respeito ao culto, e ele não o desrespeita quando reafirma o que é doutrina católica. Tanto que o título do livro é Sim, Sim! Não, Não! Se você é cristão católico, tem um posicionamento que deve tomar. Não dá para ser católico e adotar medidas de outras doutrinas. Não. Não tem sentido, como diriam os espíritas, como diriam os evangélicos, como diriam os budistas, como diria qualquer representante de outra crença. O que acho absurdo é que no momento em que a democracia se firma, no momento em que a liberdade de expressão é reivindicada em todos os lugares - e nós também a reivindicamos -, seja cerceado o direito de se expor num livro idéias de uma doutrina, as convicções daqueles que crêem como católicos apostólicos romanos, aqueles que querem seguir a palavra de Deus e que, portanto, expõem essas idéias, essas propostas. É lamentável que isso tenha ocorrido. Deixo aqui o nosso protesto em defesa da liberdade de expressão, do direito à prática religiosa que cada um de nós, brasileiros, temos não só de nos posicionar, de manifestar opinião, mas também de dizer o que é diferente entre uma e outra crença. Cada um que se posicione do jeito que quiser, seja sim, sim ou seja não, não. Cada um tem a liberdade de se expressar, mas não tem o direito de cercear a liberdade de manifestação de cada uma das convicções religiosas. Muito obrigado. Redecâmara Fonte: http://miguelmartini.com/mandato/pronunciamentos/ver.php?id=20 Miguel Martini - http://www.miguelmartini.com * * * Matérias relacionadas: MP e juiz na Bahia censuram livro cristão - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/149 Livro de padre católico é censurado na Bahia - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/148 Gays censuram livro de evangélico - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/47 Juíza obedece ao lobby gay e censura VINACC - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/216 ONG gay censura entidade evangélica (vídeo) - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/video/item/17 * * *
Votação na Wikipédia pela censura ao artigo sobre a Dra. Rozangela Justino Abaixo, cópia da página de votação na Wikipédia, onde, mediante ataques e tentativas de fraudes, militantes da causa gayzista que atuam naquela enciclopédia tentaram censurar o artigo sobre a psicóloga cristã Rozangela Justino. Como se vê, apesar dos ataques, o verbete foi mantido, mas com alterações: deixou de ser um artigo biográfico sobre a psicóloga e passou a se intitular "Caso Rozangela Justino". A página reproduzida abaixo foi modificada hoje (21/06/2010) pela manhã. Um editor da Wikipédia tratou de esconder a discussão, alegando "questões de privacidade", adicionando este aviso: É possível que essa votação/discussão seja definitivamente apagada em breve, já que é hábito, tanto de alguns editores da Wikipédia quanto da militância gay, procurar eliminar os rastros das suas manobras desonestas. Abaixo, cópia da votação e da discussão relacionada: Página de projeto Discussão Editar Histórico Wikipedia:Páginas para eliminar/Rozângela Justino Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ferramentas: Rozângela Justino (editar | histórico | afluentes | vigiar | registros | apagar) Encontre fontes: Google — news, books, scholar, Scirus | | Esta nomeação para eliminação foi concluída a 05h42min de 20 de junho de 2010 (UTC). De acordo com a política de eliminação e os votos apresentados até a data referida, o resultado foi: mantido (redirect): Caso Rozangela Justino - 16 x (10 x 11). Por favor não vote nem faça alterações no conteúdo da página de votação. Se o artigo foi mantido, antes de nomeá-lo para eliminação novamente, certifique-se de que já se passaram 6 meses desde a conclusão desta votação e siga os passos descritos no tutorial de nomeação. Se o artigo foi eliminado e depois recriado com o mesmo conteúdo, poderá ser encaminhado para eliminação rápida, regra 5, em qualquer tempo. | | O artigo trata de um caso ocorrido em 2009 e que teve relativa repercussão na imprensa. Apesar da polêmica envolta no tema e no artigo, não vejo relevância enciclopédica em manter um verbete biográfico sobre a "doutora" em questão. Menções sobre o caso em artigos como Homofobia e Homossexualidade já são suficientes, não vejo necessidade de manter um artigo próprio sobre o ocorrido. Enfim, agora é convosco. Heitor diz aí! 21h44min de 2 de junho de 2010 (UTC) - Apagar
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Heitor diz aí! 21h45min de 2 de junho de 2010 (UTC) - MachoCarioca oi 21h51min de 2 de junho de 2010 (UTC) Ela não é verbete por ela mesma, e o fato é noticia de jornal controversa.
- --Fabiano msg 23h01min de 2 de junho de 2010 (UTC) Biografia irrelevante e o fato em si apenas uma notícia.
- Odacir Blanco (discussão) 01h29min de 3 de junho de 2010 (UTC) O artigo é uma auto-biografia. Não relevante para fonte de pesquisa.
Censor (discussão) 04h59min de 3 de junho de 2010 (UTC) Realmente, este artigo é completamente desconstrutivo, parcial, e serve apenas para publicizar o nome daquela psicòloga no google. < 100 edições no domínio principal (ver Direito ao voto) Leandro Martinez msg 04h59min de 20 de junho de 2010 (UTC) - EuTugamsg 15h42min de 3 de junho de 2010 (UTC) Com os demais
- Marcos discussão 18h04min de 3 de junho de 2010 (UTC). Com o Fabiano!
- Gustavo Siqueira MSG 18h25min de 3 de junho de 2010 (UTC) Irrelevante demais e artigo como esse só causam polêmica à toa
- Higor Douglas Msg 04h29min de 4 de junho de 2010 (UTC) "Irrelevante demais e artigo como esse só causam polêmica à toa" [2]
- Dehsim? 23h54min de 4 de junho de 2010 (UTC) Lépton msg 12h17min de 5 de junho de 2010 (UTC) Pessoa notória por apenas um evento. O evento tem notoriedade, ela não. Apoio redirect pra onde quiserem. Amatnecks disc 21h36min de 6 de junho de 2010 (UTC) Sem notoriedade pessoal, um redirect parece bom. --- Darwin Ahoy! 09h59min de 9 de junho de 2010 (UTC) Pessoa sem qualquer notoriedade. O fait-divers dos seus tratamentos "peculiares" pode ser mencionado nalgum artigo mais apropriado, mas realmente não tem condições para uma biografia. - Yanguas diz!-fiz 18h31min de 9 de junho de 2010 (UTC) Seria apenas mais uma psicóloga, não fosse essa (infeliz) ideia de "curar" homossexualidade. Deixar seu verbete, sim, dar-lhe-ia notoriedade. Ou seja, a Wiki não deve servir para divulgar causas.
- Kim ®i©hard correio 18h48min de 9 de junho de 2010 (UTC) o assunto é realmente notório, mas o artigo (e a biografada) não está condizente com a magnitude e notoriedade do evento. E não é porque o artigo possui fontes independentes que faz dele enciclopédico. proponho transferir conteúdo relevante para o artigo Conselho Federal de Psicologia do Brasil
- Vítor&R™ The Wait is Ova! 23h28min de 9 de Junho de 2010 (UTC+1) Falta de notoriedade sobre biografias.
- --Nice msg 02h51min de 10 de junho de 2010 (UTC) personalidade não notável, notória por apenas um evento.
- Crash Overclock (discussão) 02h52min de 10 de junho de 2010 (UTC) Concordo com os demais acima.
- PortugalGay (discussão) 09h32min de 12 de junho de 2010 (UTC) Concordo com os demais acima. Houve um evento pontual, mas não justifica uma biografia (já agora... porque não fazer uma biografia sobre Teresa Pires e Helena PaixãoGoogle News? Têm certamente muito mais visibilidade e notoriedade mesmo a nível internacional).
- Vanthorn msg ← 19h49min de 15 de junho de 2010 (UTC) Notoriedade fugaz à custa de uma polémica pontual. A biografada não possui relevância suficiente para ter um artigo enciclopédico.
- Lucas Ciccone (discussão) 02h06min de 17 de junho de 2010 (UTC) - Acho que a Wikipédia é uma enciclopédia virtual e não um telejornal.
- Leandro Martinez msg 21h50min de 17 de junho de 2010 (UTC) Não relevante o suficiente para merecer um artigo próprio.
- Manter
- Albmont (discussão) 15h47min de 3 de junho de 2010 (UTC). Vítima de perseguição política no Brasil atual. Só pode ser brincadeira querer apagar e esconder o fato. Se não querem um artigo sobre ela, que movem para um artigo sobre o caso.
(Eduardo Banks (discussão) 18h18min de 4 de junho de 2010 (UTC)). VOTO PELA MANUTENÇÃO DO ARTIGO. É verbete biográfico sobre pessoa pública; Rosângela Justino é a primeira psicóloga a ser punida por pretender curar os homossexuais; só por isso, merece um artigo sobre sua pessoa. Se os ativistas gays, como Milk e Tufvesson podem ter artigos na Wikipédia, então quem se opõe à militância homossexual, a ponto de ser conhecida em todo o Brasi, aparecendo em "revistões" como Veja e Isto É também deve ter o seu artigo. Se não gostam da Rosângela Justino, é uma coisa. Não dá para apagar o perfil de um pessoa pública, só porque ela desagrada a algumas pessoas. PEÇO AOS ADMINISTRADORES O DECORO DE MANTER ESTE ARTIGO, AINDA QUE MILHENTOS INSATISFEITOS PENSEM DE MODO DIFERENTE. Do contrário, estaria legitimado o poder de linchar os desafetos, a pretexto de que uma suposta maioria quisesse vindicar contra os direitos de um só indivíduo.==ATENÇÃO MODERADORES: ESSE YANGUAS ESTÁ ROUBANDO NA VOTAÇÃO; RISCOU POR DUAS VEZES MEU VOTO, DIZENDO QUE EU NÃO "JUSTIFIQUEI". Para votar contra a eliminação, basta assinar no lado "manter", e eu fiz mais do que isso. Já foi verificado pela Administração que eu não sou o mesmo usuário Albmont, então, não podem colocar o meu voto como se fizesse parte do dele. < 100 edições no domínio principal (ver Direito ao voto) Leandro Martinez msg 05h12min de 20 de junho de 2010 (UTC) - Carlos Luis Cruz (discussão) 20h32min de 4 de junho de 2010 (UTC) Como acima: não adianta tirar o sofá da sala...
- Lijealso (discussão) 23h35min de 6 de junho de 2010 (UTC) recebeu cobertura significativa através de fontes reputadas e independentes do assunto tratado
- Cobertura relevante por diversas mídias. ►Onjackmsg 18h36min de 7 de junho de 2010 (UTC)
- FieldsDiga! 02h12min de 9 de junho de 2010 (UTC). Que absurdo é esse?!... Estão a defender abertamente a discriminação, a opressão e a parcialidade! Será porque a Doutora (não "doutora", como foi com descaso tratada!) teve a coragem de oferecer um tratamento que visa corrigir uma (conteúdo ofensivo removido Iafgs (discussão) 22h22min de 9 de junho de 2010 (UTC) ) Apesar dos esforços da patrulhas gay aqui e em todo lugar.
- BeremizCpa? 02h47min de 9 de junho de 2010 (UTC). A wikimedia anda mesmo doente... Quando se trata de alguém (a corajosa psicóloga em combate) que oferece alguma ajuda, é logo detratada! (conteúdo ofensivo removido Conhecer (discussão) 21h24min de 9 de junho de 2010 (UTC)
- Praxe (discussão) 03h14min de 11 de junho de 2010 (UTC) Pois se até foi castigada oficialmente (deve ser inédito), é mesmo notável.
- Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 13h33min de 12 de junho de 2010 (UTC) Com os demais. Notabilidade clara, a meu ver.
- Conhecer (discussão) 22h10min de 15 de junho de 2010 (UTC) (não gosto, não concordo - mas isto não quer dizer que não exista e que não tenha lá sua relevância: não julgamos os verbeteados, ainda, mas sua condição de merecedores de verbete)
- GoEThe (discussão) 11h42min de 16 de junho de 2010 (UTC) Com o Lijealso e Conhecer. Não temos que fazer julgamento moral da biografada, basta ter fontes fiáveis e independentes.
Iafgs (discussão) 03h11min de 20 de junho de 2010 (UTC) A psicóloga biografada tem notoriedade e notabilidade suficientes para constar na enciclopédia (aliás, muito mais do que muita gente com verbete por aqui). Não é porque alguns não a conhecem ou não gostam dela que o artigo deve ser eliminado. < 100 edições no domínio principal antes do início da votação (ver Direito ao voto) Leandro Martinez msg 04h48min de 20 de junho de 2010 (UTC) - Redirecionar/mover para Caso Rozangela Justino
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Iafgs (discussão) 16h14min de 4 de junho de 2010 (UTC) Como alguns usários têm questionado a importância da biografia, mas o fato ocorrido é relevante, proponho a mudança do conteúdo para o verbete com o título acima. Mudando. - O PoderosoFale Fiz 23h22min de 9 de junho de 2010 (UTC) Com o usuário acima.
- x!Roger360!x x!Fale!x 12h15min de 12 de junho de 2010 (UTC) Com os demais.
- Fabiobarros (discussão) 17h19min de 15 de junho de 2010 (UTC) Fato relevante + pessoa irrelevante = redirecionar/mover para Caso Rozangela Justino. P.S. As PEs estão cada vez mais ridículas. Quando encontramos coisa do tipo "Corajosa psicóloga em combate..." é porque o fundo do poço ficou alguns metros acima...
- Fulviusbsas (discussão) 09h58min de 16 de junho de 2010 (UTC) Com o Fabiobarros.
- Nunobaton msg 16h14min de 18 de junho de 2010 (UTC) Não concordo de forma alguma com a Srª, mas a minha opinião não tem nada haver com o que está aqui em questão. Como o Fábio bem colocou, mover é a melhor opção, até porque pela discussão à volta do artigo, o assunto deve ser relevante...
- --- Darwin Ahoy! 16h21min de 18 de junho de 2010 (UTC)Pessoa sem qualquer notoriedade. O fait-divers dos seus tratamentos "peculiares" pode ser mencionado nalgum artigo mais apropriado, mas realmente não tem condições para uma biografia. Não concordo com esta alternativa do "caso", pois parece-me que nem isso teve relevância para artigo próprio, mas como o artigo vai ficar de qualquer jeito, ao menos que não seja como biografia. Perdidos a velas, perdidos a remos.
- Lépton msg 23h28min de 18 de junho de 2010 (UTC) segundo nossas políticas este é o procedimento, mas como as PEs são votações burras e inconsequentes, não queria mudar o voto pra ele não ser mantido. Já tá na hora de esta votação burra, matemática e contra qq política acabar e passar a ser na base das regras
- Fernando Fritz (discussão) 00h41min de 19 de junho de 2010 (UTC) Ganhou notoriedade nacional, e ainda hj é usado como espelho, principalmente em conselhos políticos.
- - Dehsim? 23h54min de 4 de junho de 2010 (UTC) O redirecionamento até que me pareceu bom, mas ainda não estou convencida de que seja um caso isolado e tão coberto, que lhe confira tanta notoriedade assim. Parece melhor que manter um currículo na Wikipédia, sem nenhuma notoriedade que não o escândalo no qual se meteu. Analisando sua biografia, parece sim, uma religiosa, que vê os gays como doentes que precisam de cura, apesar de não obriga-los a isso. Sua biografia não mostra nenhum "caso de sucesso", nenhuma teoria e nenhum embasamento científico, apenas o apoio da igreja. Uma psicóloga religiosa. Nada além. O escândalo, que talvez mereça um artigo, é descrito em poucos parágrafos dentro de sua carreira. Resumindo, o conteúdo não mostra a que veio. Portanto, vai precisar de reformulação após esta votação.
- Amatnecks disc 16h38min de 19 de junho de 2010 (UTC) Se vão manter, que seja um redirect.
- Heitor diz aí! 20h09min de 19 de junho de 2010 (UTC) Dos males o menor.
- Comentários
Vale a pena observar que o artigo em questão permanece na Wikipédia há vários meses, mesmo com seu conteúdo parcial e tendencioso visando atacar a psicóloga, inclusive com várias edições do próprio usuário Heitor C. Jorge. O mesmo usuário que agora propõe sua eliminação, proposta que, curiosamente, vem justo no momento em que apontei parcialidade e erros no artigo (os quais o editor Heitor insiste em manter), e que o administrador Rui Silva sugeriu melhorias ao mesmo. Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Pedidos_a_administradores/Proteção_de_páginas#Roz.C3.A2ngela_Justino - Grato. Iafgs (discussão) 23h13min de 2 de junho de 2010 (UTC) - Nem deveria sequer me dar ao trabalho de comentar tamanho absurdo. Pelo visto o usuário acima tem sérias dificuldades de interpretação e leitura, visto que o administrador Rui não me sugeriu, especificamente, melhoria nenhuma, basta lerem o que ele escreveu na página de pedido de bloqueios. Além do mais, todas as edições que fiz no artigo foram de ajustes e adição de referências, pois sabia que o tema era extremamente polêmico e que, portanto, o artigo deveria estar muito bem referenciado. Basta olharem o histórico do verbete. Estava para abrir essa votação há tempos, visto que o "editor" acima não é o primeiro a vandalizar a página com informações falsas e parciais (como pode ser visto na página de discussões do verbete), o que me fez começar a questionar o porquê de manter uma página tão polêmica e sem relevância para o projeto. Não tenho que dar satisfações a ninguém, está tudo nos históricos. Enfim, não vou mais me dar ao trabalho de responder aos devaneios de usuários desestabilizadores desse tipo. Cumprimentos a todos. Heitor diz aí! 04h08min de 3 de junho de 2010 (UTC)
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- Heitor, não falei que o administrador Rui Silva sugeriu a você melhoramentos, mas os sugeriu para o artigo. Talvez você é que tenha alguma dificuldade de leitura ou entendimento, já que deixei claro anteriormente que as informações que adicionei ao artigo são dados que são mencionados nas próprias notícias já linkadas como referências. Entretanto, você insiste em retirar as pequenas informações que adicionei (cerca de meia dúzia de palavras), que dariam ao artigo realmente um pouco menos de tendenciosidade mentirosa e difamatória, que é o que ele mais tem no momento. De qualquer forma, é interessante observar que enquanto o artigo se manteve lá, tranqüilinho atacando a biografada, você o achava bacana e muito bem escrito (como disse aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Pedidos_a_administradores/Proteção_de_páginas#Roz.C3.A2ngela_Justino ), mas agora que melhoramentos foram sugeridos pelo administrador você resolva colocá-lo para eliminação. Em outras palavras, parece que você está dizendo: "se não é pra ficar do jeito que eu quero, atacando a biografada, e vem esse editorzinho novato dar palpite, então vamos apagar." Iafgs (discussão) 04h43min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Caro Iafgs, como vocè pode notar, o usuàrio Heitor desde muito vem agindo como tutor daquele artigo. Tem-se a impressào que este usuàrio é um ativista da causa gay, e realmente, ele tutelou a parcialidade daquele artigo, inserindo (ou garantindo a manutençào de) um parecer da OMS que nunca existiu... eu inseri o tag da parcialidade, e pedi as referèncias externas, mas a corrente politicamente correta e a inéciar de alguns usuàrios com poderes especiais acabou mantendo aquele artigo. Eu decidi me abster respeitando a decisào dessa maioria inerte, que é atropelada por ativista do movimento gay que tentem a editar artigos de forma parcial, cheios de rancor, sem respeitar a diversidade de opiniòes que é caracteristica da nossa Social Democracia. Seja como for, meu caro Iafgs, vocè fez um òtimo serviço para a Wikipédia ao provocar a proposta de cancelamento desse artigo. Assim haveremos um artigo a menos para servir como "campo de batalha" dos ativistas gay, e um artigo a menos para servir como publicidade de uma psicòloga que nào é là grande coisa, e que sim, seriviu-se da polemica para promover a pròpria fama. --Censor (discussão) 04h59min de 3 de junho de 2010 (UTC)
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- Caro Censor, concordo com muita coisa que você disse, e vi que você esteve anteriormente questionando a óbvia parcialidade do artigo e buscando melhoramentos para o mesmo. Mas discordo de que a psicóloga Rozangela Justino, independentemente de suas qualidades ou defeitos, tenha se aproveitado dessa polêmica para lucrar alguma coisa, já que acabou sendo impedida de exercer o trabalho que realizava, e teve sua vida pessoal e profissional prejudicada de várias formas. Além de ser "homenageada" por artigos difamatórios como este na Wikipédia, que o usuário que agora o coloca para eliminação até algumas horas atrás achava muito bem escrito. De qualquer forma, obrigado pela atenção e por se manifestar. Abraço. Iafgs (discussão) 05h22min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Pronto! Agora vocês dois formam um grupinho de ataque contra mim. Será que devo ficar preocupado? É cada uma. Haja! Heitor diz aí! 05h33min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Ahh você é o Censor, aquele usuário que tentou vandalizar o artigo tempos atrás, mas que teve que calar a boca quando um administrador me apoiou na página de discussões. Você deve estar ressentido, né? Por isso tanto ódio nesse coraçãozinho. Agora tudo faz sentido. Por isso que você apoiou o Iafgs, afinal vocês são os dois usuários desestabilizadores que eu mencionei acima. Vejo também que você continua com seus pensamentos retrógrados e medievais de sempre, mesmo depois de ter lido um verdadeiro sermão de mim e de outros usuários na página de discussões do artigo. Mas espera aí, a melhor parte (e mais engraçada) de todas é o fato de vocês dizerem que esse artigo é "parcial" mesmo estando repleto de fontes fiáveis e, além de tudo, virei "ativista gay" (risos). É cada um que me aparece nessa Wikipédia... Heitor diz aí! 05h53min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- A propósito Iafgs, eu ainda acho o artigo muito bem escrito e referenciado, mas infelizmente (ou felizmente) a história dessa "doutora" é irrelevante para ser mantida na Wikipédia. Se você tivesse lido minha argumentação acima teria entendido meus motivos para ter pedido a eliminação (voltamos ao seu suposto problema de leitura...). Quem dera se todos os artigos do projeto estivessem no nível de qualidade desse. Heitor diz aí! 05h57min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Só esclarecendo: Eu não pedi nem defendi a eliminação do artigo. Eu apenas fiz duas pequenas correções no texto, referenciadas pelas próprias notícias já linkadas, buscando mais imparcialidade e precisão: 1) A psicóloga tratava pessoas que queriam voluntariamente deixar a homossexualidade. 2) As declarações da psicóloga foram consideradas homofóbicas pela militância gay. ( http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=20464007&oldid=20251241 ). Este simples esclarecimento desencadeou a ira irracional do usuário Heitor C. Jorge, que, após me repreender chamando-me de "vândalo" e pedir o bloqueio do artigo (que foi negado - http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Pedidos_a_administradores/Proteção_de_páginas#Roz.C3.A2ngela_Justino ), agora propõe a eliminação do mesmo, além de sair por aí atacando e ameaçando a mim e outros usuários. Grato pela atenção, cumprimentos a todos. Iafgs (discussão) 10h40min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Iafgs, vocè foi responsàvel indireto pela proposta de cancelaçào, visto que começo do ano eu fui a ùnica voz que se manifestou contra a parcialidade daquele artigo, e o usuàrio problematico ao qual vocè se refere, tomou as mesmas atitudes, me acusou de vàndalo, homofobo, ignorante, pediu meu bloqueio (o que lhe negaram), reverteu diversas alteraçoes, e removeu tags que pediam a referència externa pela discutida afirmaçào da OMS. Vocè, como segunda voz, trouxe ao fulano que tutela aquela pàgina a certeza de que mais cedo ou mais tarde a PARCIALIDADE serà considerada, entào optou por propor à eliminaçào. Assim também ele, o usàrio problemàtico, apaga a discuçào na qual ele se porta de forma agressiva e ofensiva, e apaga os diffs da ediçào onde ele se demonstra como um vàndalo proseletista que nào permite a inserçào de informaçòes que tornem aquele artigo imparcial. Como eu disse, na wikipédia infiltram-se pessoas fanàticas, e que acreditam que o grande nùmero de ediçòes seja o requisito mais importante para ser editor da wikipédia (assim como o tìpico machista acéfalo acredita que o mais importante é o tamanho de seu pènis, o pedante fanàtico acredita que aqui na wikipédia o importante é o seu nùmero de ediçòes). Entào, meu caro Iafgs, o usuàrio em questào leva a wikipédia como uma guerra, e nào quer "perder", para nào perder ele propos o artigo para ser cancelado, e ao fim foi vocè que constrangeu ele a isso... e comemoremos, pois se aquele artigo permanecer haverà os tutores da parcialidade, visto que aquele tema tem bastante tutores parciais na nossa wikipédia, e depois, essa psicòloga é irrelevante. A ùnica coisa que lamente quanto a eliminaçào daquele artigo é que todas as evidencias de que o referido usuàrio problemàtico é um vàndalo serào eliminadas, mas antes assim se a finalidade é uma wikipédia mais limpa--Censor (discussão) 17h33min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Caramba! Como vocês conseguem deturpar tudo, que incrível capacidade. Parabéns pela criatividade. De qualquer forma a vontade de todos será realizada, o artigo, muito provavelmente, será eliminado! Portanto vou me reservar ao direito de não responder a esses ataques sem qualquer fundamento lógico. Qualquer pessoa com um mínimo de racionalidade pode analisar os links que apresentei acima e notar que os dois senhores acima têm uma imaginação, no mínimo, peculiar. Enfim, se querem encarar isso como uma vitória, encarem! Ao contrário de vocês, tenho pouco tempo para ficar escrevendo textos "quilométricos", visto que tenho muito mais o que fazer pelo projeto. Abraços amigos. Heitor diz aí! 17h41min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Caro Censor, você tem razão em praticamente tudo que expôs no seu comentário, principalmente sobre o uso e abuso que militantes e gente completamente parcial e desequilbrada como o usuário Heitor C. Jorge fazem deste espaço, com a incrível conivência de outros usuários. Mas, ainda que você ou outros não vejam importância na psicóloga biografada em si, uma coisa é certa: o caso da perseguição política é importante, um fato social relevante, como bem assinalou o usuário Albmont acima. Só isso já seria motivo suficiente para se manter o artigo, com as devidas coreções. Mas é óbvio que gente do mesmo agrupamento ideológico que promoveu o ataque à psicóloga, criou e manteve o artigo deturpado aqui na Wikipédia durante meses e agora, para evitar correções no mesmo, corre e pede apagamento do verbete. Lamentável constatar que a Wikipédia viola tão descaradamente seus próprios princípios, apoiando parcialismos ideológicos, priorizando apagamento de informação importante ("A eliminação de páginas é contrária ao espiríto inicial da cultura wiki", Wikipedia:Páginas para eliminar) e aceitando bovinamente o vandalismo de um usuário especializado em desfazer o que os outros fazem, esconder informações, impor parcialismos (ainda mentindo que faz o contrário) e agredir dembestadamente outros editores, como é o caso do usuário Heitor C. Jorge. Saudações. Iafgs (discussão) 21h19min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Agora você quase me ofendeu. Heitor diz aí! 21h26min de 3 de junho de 2010 (UTC)
- Só uma observação: Se o fato de ter sido notícia (todo acontecimento recente que tem alguma relevância geralmente foi notícia, não?) e ser "controverso" for motivo para sair apagando artigos, como alguns têm alegado, então um monte de verbetes teriam de ser eliminados, como os vários "mensalões", o Governo Lula, o Governo FHC, até o Holocausto... Ah, não vamos esquecer também das várias "paradas de orgulho gay" e outros eventos/notícias contemplados pela Wikipédia... Saudações. Iafgs (discussão) 15h30min de 4 de junho de 2010 (UTC)
Mas não tem nem o que discutir, a mulher, por si só, não tem a mínima relevância enciclopédica. Bom, Heitor, o fato realmente tem relevância e não tenho como comparar com outros casos, mas se houver gente como ela espalhada pelo mundo, propondo a cura para homossexualidade (quando inventarem para pobreza, me avisem!), ela perde totalmente o destaque. Se não há, talvez realmente seja melhor redirecionar para um caso como tem o da menina Isabela e do João Hélio, por exemplo. E nem adianta dizer que repercutiu na mídia (com a mesma chamada), porque isso fazem também os BBBs e valha-me deles... - Dehsim? 23h52min de 4 de junho de 2010 (UTC) - é cada argumento falacioso que vejo nessa wikipédia! "propondo a cura para homossexualidade (quando inventarem para pobreza, me avisem!)". Eu fiquei muito curioso pra saber qual seria a premissa menor que porta uma pessoa, formada em letras, a chegar a uma conclusào que parece nào decorrer da premissa maior (exatamente por isso gostaria de ver aqui explicita a premissa menor, pois deve ser uma frase reveladora, com propriedades metafìsicas). Ou entào estào precisando inserir "lògica" como disciplina do curso de letras nas faculdades cariocas. é adecadència do ensino no Brasil, de certo jà inseriram a disciplina "emotivida dedutiva"--Censor (discussão) 17h54min de 5 de junho de 2010 (UTC)
- Tenho pena de ti que não tem a mínima capacidade para fazer diferença entre humor e seriedade. Vá dar lição para os teus. De certo tua turma deve gostar de palavras tão vagas. - Dehsim? 18h19min de 5 de junho de 2010 (UTC)
Interessante. O artigo sobre (contra) a psicóloga Rozangela Justino foi criado por um usuário que provavelmente é um militante da causa gay, de nome By Tola D C E B (pronuncia-se "baitola", entenderam?), na época do episódio do julgamento. Por meses, o artigo foi cuidadosamente mantido, pelo seu principal "vigia" (Heitor C. Jorge) e mais alguns, com informações bobas (tipo: "ela é solteira") "bem referenciadas" por links para sites gays. Durante todo esse tempo foram impedidos acréscimos de informações e correções para tornar o artigo menos parcial. Informações sobre o "outro lado" da notícia (isto é: o lado não-militante-gay) foram prontamente revertidas, acompanhadas de xingamentos e ameaças a quem as ousasse mencionar. E, no final, quando a parcialidade do artigo é tornada pública (e como "solução", propõem o apagamento do verbete), vem gente ainda dizer que a psicóloga estava "querendo se promover", que o artigo é "auto-biografia", e sandices do tipo. Acho que essas votações, assim como muita coisa mais na Wikipédia, infelizmente têm muito pouco de seriedade. Cumprimentos a todos. Iafgs (discussão) 21h20min de 5 de junho de 2010 (UTC) - Iafgs, concordo com a tua argumentaçào. Mas eu prefiro que esse artigo seja cancelado, visto que quando o assunto tratado é homossexualismo, os interessados (que sào muitos na wikipédia) nào conseguem ser imparciais, e os administradores parecem nutrir um certo temor de se oporem às parcialidades concernentes à questào homossexualismo, e é natural, visto que ativistas se utilizam de todos os recursos possìveis para ofender e denegrir aqueles que discordam dos seus subjetivos pontos de vista, um administrador que se oponha a um desses ativista corre o risco de perder o status de administrador (e olha que muitos estào mais preocupados com o pròprio status do que com a imparcialidade da Wikipédia).
- Depois, interessante o fato de vocè tocar no nome do criador do artigo em questào, By Tola D C E B, visto que o mesmo, além de evidenciar pelo seu nome que é um ativista, tem um nome que vai contra a polìtica de Regras para nomes, por très motivos: é um nome impròprio porque constitui uma ofensa (ao menos até hoje sò ouvir essa palavra ser usada de forma ofensiva contra homens mais delicados); é um nome impròprio porque é de evidente teor sexual; é um nome impròprio porque é de teor cultura. E a pergunta que decorre: alguém administrador ou burocrata fez algo pra sanar isso? Olhe nessa pàgina de votaçào, por exemplo o MachoCarioca, é também um nome impròprio, que nào seria aceito nos projetos em outras linguas, e alguém toma alguma atitude pra sanar isso? - Nào!
- Iafgs, nesses dias fomos vìtimas de um usuàrio um pouco problemàtico (e sobretudo com tempo livre, coisa que eu nào tenho, a Wikipédia fica em um 3° plano da minha vida), e nào se surpreenda quando esse usuàrio se utilizar de artificios ainda mais ardilosos para tentar prejudicar as nossas contas de usuàrios (o que de fato esse usuàrio problemàtico jà tentou fazer mais de 3 vezes, e em 3 anos de wikipédia fora a ùnica pessoa que tentou tal coisa contra mim). E o que me espanta é que este usuàrio ainda transita livremente pela Wikipédia. O fato é que vocè nào conseguirà antagonizar essa maioria, se o artigo permanecer eles irào reverter as suas ediçòes, e vocè sabe que ficarà por isso mesmo, entào melhor que esse infeliz artigo desapareça... assim pelo menos terào um objeto a menos de manipulaçào. O conselho que te dou é controlar outros artigos tutelados pelas mesmas pessoas que aqui causaram problemas.
- Quanto a frase "Tenho pena de ti que não tem a mínima capacidade para fazer diferença entre humor e seriedade". Me comove saber que alguém tenha pena de mim, geralmente as pessoas sào impiedosas comigo, vocè, minha cara, superou a maioria e conseguiu provar essa piedade. O problema é que fora vocè que nào diferenciou o humor na minha frase. Provavel que ambos tenhamos a Síndrome de Asperger... tràgico!
--Censor (discussão) 23h17min de 5 de junho de 2010 (UTC) -
- Negócio segue precário para o teu lado. Haja! - Dehsim? 13h03min de 6 de junho de 2010 (UTC)
--- Sobre as singelas informações que acresecentei ao artigo (e que foram furiosamente revertidas), vamos lá: referi-me não à minha opinião pessoal sobre o assunto, ou sobre que acho que seja "correto", ou o que alguma ONG ou grupo de militantes me ensinou. Usei o próprio critério da Wikipédia: citei informações objetivas, que constam nas próprias notícias já citadas como referências na página do verbete (e até mesmo nos sites gays, cheios de homens pelados, que estão lá como "fontes fiáveis" [sic]!). Vejam a edição que fiz (e que foi indevidamente revertida pelo editor-guardião-militante): http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=20464007&oldid=20251241 O que fiz aí? 1) Acrescentei a informação (que estava e continua tendenciosamente omitida) de que a psicóloga oferecia terapia para pessoas que voluntariamente queriam deixar o comportamento homossexual. Isto é um fato, mencionado nas reportagens que lá estão como referência. Esta informação permanece omitida, porque parece interessar aos militantes "donos do verbete" passarem a idéia de que a psicóloga é algum tipo de monstro, ignorante, fanático, homofóbico e malvado, que pegava pessoas à força para curá-las da homossexualidade... 2) Acrescentei a informação, também já referenciada pelas matérias linkadas, de que as declarações da Dra. Rozangela foram consideradas homofóbicas pela militância gay. Esta informação é importante e visa à imparcialidade no artigo. Pois as declarações da psicóloga não são "homofóbicas" em si mesmas, num sentido objetivo e incontestável, tal rótulo é apenas a opinião de um grupo. Portanto, retiraram a informação imparcial que acrescentei ao artigo, para que ele continuasse parcial e tendencioso em conformidade com o ponto de vista de alguns, o que viola gritantemente o Wikipedia:Princípio da imparcialidade. Saudações a todos. Até mais. Iafgs (discussão) 18h35min de 7 de junho de 2010 (UTC) --- - Iafgs, estàs com razào em quase tudo que diceste. Fizeste um òtimo trabalho frutìfero com esse artigo, realmente procural tornar-lo imparcial, e isto é evidente, basta olhar o històrico do artigo. Entào, ou os usuàrios que se intromente a votar nào analizaram o artigo (e seu històrico) ou sào realmente militantes, em ambos os casos o màximo que conseguiriamos seria cancelar o artigo, eis que jà conseguimos o màximo de imparcilidade possìvel nessa vincenda. Viste a discussào daquele artigo, viste as vezes que eu também tentei deixà-lo imparcial, mas realmente està é uma tarefa impossìvel, o màximo é isso, elimiar aquele artigo... nesse jà esta feito, precuremos outros artigo parciais, e nestes vamos tentar tornà-los imparciais... se a imparcialidade é impossibilitada, vamos constranger os tutores da parcialidade a propor a eliminaçào dos pròprios artigos tutelados... amèm!!! --Censor (discussão) 21h04min de 7 de junho de 2010 (UTC)
- sò para eternizar a frase do tutor do artigo, a qual ele inseriu no artigo que serà eliminado, e a qual ele impediu por mais de meses a simples inserçào do tag de "referencia necessaria":"o que vai contra a determinação da Organização Mundial da Saúde de 17 de Maio de 1990, que diz que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura da homossexualidade." - até hoje estou sedento de curiosidade em conhecer a exata localizaçào da afirmaçào "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" dentro da referida determinaçào da OMS. E também curiosidade em conhecer a identidade do ente que emanou a frase que vinha em seguinda, "e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura da homossexualidade." - acho que vou morrer curioso, porque a curiosidade matou o gato.
-Censor (discussão) 02h29min de 8 de junho de 2010 (UTC) - A falta de conhecimento de uma pessoa que é capaz de fazer um comentário como esse é tamanha que chega a ser chocante. Tá vendo só Censor, Iafgs e companhia?! Acharam mais um componente para o grupinho "defensor da
homofobia imparcialidade". A propósito, cansaram de me atacar? Heitor diz aí! 03h42min de 9 de junho de 2010 (UTC) - "A falta de conhecimento de uma pessoa que é capaz de fazer um comentário como esse é tamanha que chega a ser chocante. Tá vendo só Censor, Iafgs e companhia?! Acharam mais um componente para o grupinho "defensor da
homofobia imparcialidade". A propósito, cansaram de me atacar?" → Querido Heitor, o argumento desse fulano que likaste é tào fundamentado quanto o teu, por isso, meu querido Heitor, apesar desse fulano ser teu antagonista, é alguém à tua altura, por isso, tenho certeza, que ele se enquadraria melhor no teu "grupinho", do que no meu... um faz a tese, o outro a antitese (talvez uma discussào exclusivamente com emoticons, jà que emoticons parece ser o teu forte) - assim, tu poderias discutir com alguém em paridade. Resumindo, "as faces opostas de uma mesma moeda", abraços meu querido. --Censor (discussão) 06h13min de 9 de junho de 2010 (UTC) Se me permitem dar a minha opinião sobre este assunto, tendo em conta o activismo Gay existente na página da psicóloga será melhor para o prestígio da Wikipedia que a página seja removida. Tenho que concordar com as críticas feitas ao colega Heitor, porque também fui vítima do seu excesso de zelo de preservação de propaganda Gay nos artigos da wikipedia como por exemplo na página da homofobia. Neste caso específico eu retirei a referência do caso da psicóloga, porque fazer tratamentos não aprovados não é própriamente homofobia, mas sim um acto de desobediência aos estatutos da ordem dos psicólogos e no máximo seria uma acto de negligência médica. Porém no entender do Sr. Heitor tudo que manifeste uma opinião contrária à propaganda Gay é homofobia e então reverteu as minhas alterações sem sequer se dar ao trabalho de explicar porquê. Por fim depois de pressão da minha parte, lá se justificou, mas aproveitou logo para me acusar injustamente de vandalismo. Sem dúvida o Sr. Heitor não está a contribuir para a imparcialidade que deve existir na wikipédia. --Cesarcris (discussão) 09h01min de 9 de junho de 2010 (UTC) - Olha só! Estou ficando cada dia mais querido. Heitor diz aí! 14h53min de 9 de junho de 2010 (UTC)
- "Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação." - Levítico 18:22 - A senhora sabe o que diz. Confiemos que também não desfigure os cantos da barba, como em Levítico 19:27, não use roupas feitas com vários tecidos, nem ande por aí a comer querogrilos ao pequeno almoço, ou não será dela o Reino dos Céus.--- Darwin Ahoy! 15h19min de 9 de junho de 2010 (UTC)
É preciso deixar os preconceitos de lado para editar na Wikipédia. Minto. É preciso deixar os preconceitos em casa e dentro de suas seladas bocas para conviver harmoniosamente em comunidade. É extremamente desagradável chegar em uma página desta enciclopédia e ler comentários preconceituosos, chamando homossexualidade de doença (será que vão dizer coisa do diabo?), e aqueles desprovidos desta mentalidade de simpatizantes, como se isso fosse um grande mal no mundo. Mal é matar, roubar, enganar um amigo, apunhalar um ente querido. É uma barbárie toda vez que se toca em assunto polêmico. É díficil manter o nível e em um projeto sério como este? É para avaliar a biografia, não destilar palavras de preconceito e raiva (como comentários já apagados desta página). - Dehsim? 17h40min de 9 de junho de 2010 (UTC) - se por um lado ignorantes homofobos exteriorizam suas ignoràncias, por outro, ativistas emotivos (e parciais) confundem argumentos cientìfico com homofobia, acusando quem profere tais argumentos de homofobo. Eu desejo o melhor para os homossexuais, que tenham direito de se casarem, de adotarem filhos etc (mas isso nào muda o fato que o anus tem a funçào de excretar as fezes, nào tendo lubrificaçào natural para o coito, e possuindo terminaçòes nervosas que nào proporcionam o orgasmo ao contràrio, proporciona a dor, e que a funçào natural do sexo é a procriaçào). E realmente, certos usuàrios que desferem comentàrios homofòbicos deveriam ser banidos da wikipédia, assim como ativistas que promovem a manutençào de artigos parciais. O triste é que nào se encontrou nenhum homossexual, em toda essa discussào, que prezasse a imparcialidade... aqui cada um està advogando a pròpria causa, ao final...--Censor (discussão) 17h51min de 9 de junho de 2010 (UTC)
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- Desculpe a pergunta: como identificas os homossexuais aqui, para fazer tal afirmação? - Dehsim? 17h55min de 9 de junho de 2010 (UTC)
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- Deh, você poderia fazer o favor de recolocar seu comentário onde estava? A política da Wikipédia recomenda que somente comentários curtos fiquem junto ao voto. Comentários mais longos devem ficar na seção mais abaixo. Se for para "subir comentários que se perderam na discussão calorosa" (e lhes dar mais visibilidade), então talvez eu deva subir os meus também. Quanto à proposta do redirect, está aí. Se você acha válido mover para um artigo sobre o caso, vote lá então. Sobre "preconceitos", isso é muito relativo. Por exemplo, se referir à psicóloga como "doutora" (entre aspas) ou em tom jocoso pode ser visto como preconceito também... E otras cositas más, como xingar de "ignorante" quem não acha a homossexualidade a 8a maravilha do mundo, por exemplo. E nem sempre um conceito é um "preconceito", ainda que incomode alguns. Abraços. Iafgs (discussão) 18h35min de 9 de junho de 2010 (UTC)
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- Minha justificativa ficou impossível de ser encontrada, ainda mais com meus outros comentários, por isso, não retorno ao local. Se achar por bem, entre em contato com um adm, que me justifico a ele. Sobre o restante: vocês não lêem o que se escreve aqui, é incrível. Sem mais! - Dehsim? 18h47min de 9 de junho de 2010 (UTC)
É realmente fantástica essa Wikipédia. Militantes criam e mantêm por meses um artigo pra detonar uma psicóloga que eles odeeeeeeeeeeeeeeeeeiam e, quando é apontada a parcialidade pró-gay do artigo, dão um jeito de apagá-lo (corrigi-lo pra ser menos parcial é proibido) alegando que o artigo é indevido, não por sua parcialidade, mas porque a psicóloga estaria querendo "se promover"... É muito non-sense mesmo. Coisas que só existem na Wikipédia... Só rindo. Iafgs (discussão) 19h01min de 9 de junho de 2010 (UTC) -
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- "Desculpe a pergunta: como identificas os homossexuais aqui, para fazer tal afirmação? - Deh"
- Resposta: Pura intuiçào. Depois, minha querida Deh, vocè està bem por fora das razòes das discussòes aqui, pra realmente conseguir compreender um pouco vocè teria que comparar todas as alteraçòes no artigo em questào (jà é tarde, serà eliminado) prestando atençào em quem insistia em manter determinadas palavras naquele artigo, olhar também o nome do criador do artigo, e olhar atentamenta a pàgina de discussào do artigo a ser deletado. O fato é que tais artigos me parecem sempre suportados por ativistas paranoicos... uma exemplo que tenho, é o caso do usuàrio PortugalGay, que é um ativista que acredita em sua teoria da conspiraçào, criando artigos como Homofobia interiorizada, que é uma sua concepçào subjetiva que ele predente tornar objetiva, impondo-a como verdade absoluta. O usuàrio PortugalGay, além disso, publiciza o site portugalgay, mesmo em seu nome de usàrio, indo contra a polìtica de Regras para nomes. - bom, com esse exemplo eu quis mostrar apenas um caso de evidente ativismo, outros, com certeza sào mais prudentes e velados... é por isso que gosto do usuàrio PortugalGay, ele quebra as regras na "cara dura", sem medo de impor sua verdade, sem se preocupar com artifìcios, evidenciando o que a Wikipédia em lingua portuguesa é... amém. --Censor (discussão) 20h38min de 9 de junho de 2010 (UTC)
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- É uma total falta de senso. Intuição? Cuidado, ela pode acabar te prejudicando, tamanha falha que anda cometendo. Você faz afirmações que não pode comprovar, diz que o PortugalGay é gay militante. Como sabe? Tem contato com ele? Pode ser um hetero querendo atenção ou prejudicar a imagem gay. Enfim, você pode ser uma criança instruída, um velho aposentado e entediado, uma senhora, eu não sei. Como eu posso afirmar? Como você pode afirmar coisas sobre os outros aqui? Bárbara essa sua intuição! Amém! Sem mais comentários, já que a lona será embrulhada em breve. - Dehsim? 10h24min de 10 de junho de 2010 (UTC)
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- Bem Deh, não seja tão ingênua.... Pela dedicação à "causa" dá pra gente ter uma idéia. E nem precisa muita intuição, só observação mesmo já basta... Iafgs (discussão) 11h17min de 10 de junho de 2010 (UTC)
Como o Usuário:Censor, eu também concordo que os gays possam reivindicar direitos e tudo mais. O que não posso concordar é com a crença generalizada de que existe o absurdo "direito" de censurar e impedir a manifestação de quem não pensa como eles, que é o que fazem em muitos lugares, Wikipédia inclusive. Falando nisso, o usuário Usuário:Yanguas justificou seu voto pela eliminação do artigo sobre a Rozangela Justino alegando que "a Wiki não deve servir para divulgar causas". Gostaria de saber se ele e outros usuários vão defender também a eliminação dos inúmeros artigos que estão na Wikipédia divulgando a causa da militância gay (orgulho gay, por exemplo, e dezenas de outros). Iafgs (discussão) 21h00min de 9 de junho de 2010 (UTC) [editar] AVISO: Esta votação está sendo fraudada AVISO: ESTA VOTAÇÃO ESTÁ SENDO FRAUDADA Pronto. Pra completar o circo de horrores e manipulações, agora partiram para a FRAUDE descarada, pura e simples. Os que querem a eliminação do artigo, têm óóóóódio da psicóloga e não conseguem conviver com opiniões contrárias às suas estão apagando votos e comentários que não lhes agradam, alegando ridiculamente que são "criminosos" (os comentários que apóiam a permanência do artigo ou que defendem a psicóloga difamada são criminosos, não os fraudadores, entenderam?). Obras dos usuários Usuário:Darwinius, Usuário:ThiagoRuiz e Usuário:RafaAzevedo: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=20602017&oldid=20601173 http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=20601173&oldid=20601029 http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=20600443&oldid=20600419 http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=20599398&oldid=20598816 Que canalhice mais triste. Iafgs (discussão) 21h21min de 9 de junho de 2010 (UTC) --- - Esses votos possuem justificativas inválidas e criminosas, logo também são inválidos. E canalhice é alguém defender a permanência desse tipo de coisa no projeto. Tem gente aqui que pensa que está vivendo na Idade Média. Coisas da vida. Heitor diz aí! 21h26min de 9 de junho de 2010 (UTC)
Heitor, me desculpe, mas acho que você não é a pessoa mais qualificada pra dizer o que pode ou não constar nesta votação. Ainda mais se formos levar em consideração seu histórico de manipulações maliciosas e parciais em artigos, uma delas é esta própria votação, ok? No mais, vivemos, de fato, não na Idade Média, mas em democracia, e as pessoas têm direito a dar suas opiniões sem serem perseguidas pelos "guardiões" e donos da verdade em geral... Tchau. Iafgs (discussão) 22h00min de 9 de junho de 2010 (UTC) - Opa! E você é qualificado para tal Iafgs?? É cada um. A propósito, está desculpado. Heitor diz aí! 22h02min de 9 de junho de 2010 (UTC)
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- A despeito do que foi dito por alguns, qualquer forma de preconceito no Brasil é crime. E preconceito sexual também é, só para não deixar passar. Fabiano msg 22h01min de 9 de junho de 2010 (UTC)
Se é verdade "que todo preconceito é crime", vamos apagar também os comentários e votos dos que demonstraram seu preconceito contra cristãos ou contra a psicóloga mencionada, Fabiano? Já que é pra botar mordaça, vamos fazer direito? Iafgs (discussão) 22h11min de 9 de junho de 2010 (UTC) - Citar o Levítico agora é preconceito? Reclame com quem o escreveu, oras.--- Darwin Ahoy! 22h15min de 9 de junho de 2010 (UTC)
- Citar Levítico não é preconceito, mas citar uma fonte que não tem nada a ver com o que se está aqui a conversar no mínimo é IGNORÂNCIA ou uma tentativa gratuita de associar alguns comentários a fanatismo religioso. Essa associação descabida demonstra algum preconceito.--Cesarcris (discussão) 08h30min de 10 de junho de 2010 (UTC)
- Ah, mas a fonte tem sim tudo a ver com esta discussão, e o termo citado foi usado inclusive numa justificação de voto promovendo a homofobia. Quanto a fanatismos, boa parte dos comentários desta página, do blog do Lucas e de outros websites igualmente fanático-religiosos que o reproduziram falam por si.
- Voltando ao tema da PE, pelos vistos a razão principal porque querem manter a criatura aqui é para divulgar os seus "tratamentos", ou seja, spamming, se não for algo pior e mais insidioso. O facto dessa mulher ser uma má profissional, com censura pública imposta pela sua própria associação profissional devido às suas atitudes promotoras do preconceito, não a torna notável, quando muito torna-a lamentável.--- Darwin Ahoy! 11h39min de 10 de junho de 2010 (UTC)
- O Sr. citou o levítico como contra-argumento do meu comentário. Estará o Sr. a insinuar que o meu comentário é homofóbico? Se é elucide-me! É que se assim for e tendo em conta a homofobia ser penalizada criminalmente espero que se justifique bem porque está acusar pessoas de um crime... Quanto ao fanatismo tenho que admitir que tem predominado algum fanatismo por aqui. Por acaso eu achei os seus comentários um bom exemplo disso! O Sr. não tem razão quanto ao quererem manter a página da psicóloga por propaganda homofóbica, porque pelos vistos a página foi criada por criadores de propaganda Gay. Parece-me que a maior parte da contestação advém da hipocrisia do principal guardião que andou tanto tempo a preservar a propaganda e agora quer eliminar a página que tanto defendeu. Mesmo assim como eu já disse o melhor é eliminar a página! --Cesarcris (discussão) 13h57min de 10 de junho de 2010 (UTC)
- Ah, engana-se, meu caro (minha cara?). Não faço ideia quem é, o meu comentário não foi em resposta ao seu, mas sim ao do Heitor. E não era nenhum contra-argumento, mas sim um piscar de olho (aproveite a dica para insinuar o que quiser ) sobre a justificação de um dos votos e sobre a ideologia da biografada.
- Quanto a alguns quererem manter a página para fazer propaganda ao "tratamento", basta ler as justificações de voto.--- Darwin Ahoy! 14h02min de 10 de junho de 2010 (UTC)
- Peço desculpa aos demais, mas a uma pessoa que acha que existe cura para a homossexualidade deveria ser decretada a ignorância total, e aconselhamento psicológico. Vítor&R™ The Wait is Ova! 23h28min de 9 de Junho de 2010 (UTC+1)
- E a razão retorna. Achei q estava só. Muito bom Vitor. Heitor diz aí! 22h33min de 9 de junho de 2010 (UTC)
E a fraude continua. Heitor & cia retiram descaradamente votos válidos, e recolocam votos inválidos (sem justificativa). Isto é que é a Wikipédia e sua "seriedade"? Esse usuário e mais alguns estão levando a Wikipédia pro buraco. Que triste. Iafgs (discussão) 03h15min de 10 de junho de 2010 (UTC) [editar] Pedido de moderação e retorno ao foco Senhores e senhoras que tanto brigam: apreciem a validade do verbete; não saiam disto. Precisamos deixar de nos desviar sobre as "crenças" pessoais de cada um dos votantes, para saber se a personalidade em apreço merece figurar numa enciclopédia. É isto que trata essa votação, de modo que peço encarecidamente que restrinjam os comentários sobre o tema do verbete. Ninguém está votando no que ela diz, fez ou acha - mas se o tema em si merece ficar. Conhecer (discussão) 22h24min de 9 de junho de 2010 (UTC) Que vergonha essa votação! Votos válidos são eliminados (inventam que não têm justificativa) e votos sem justificativa (inválidos, portanto) são recolocados. Só depende do gosto do vândalo... Que que isso... Iafgs (discussão) 03h55min de 10 de junho de 2010 (UTC) - Olhem que interessante o que encontrei na internet: [1]. O mesmo texto pode ser encontrado em vários outros sites evangélicos. Será que o nosso amigo acima tem algo a ver com isso? É meus amigos "militantes homossexuais, ateus, abortistas e comunistas" (risos), olhem até onde o fanatismo e a ignorância podem chegar. Triste isso. Heitor diz aí! 04h24min de 10 de junho de 2010 (UTC)
- E para deixar claro minha posição como católico, sou a favor de direitos iguais para homossexuais e sou a favor do aborto em caso de estupro, risco a vida da mãe ou má-formação do feto. E não sou comunista. Fabiano msg 04h33min de 10 de junho de 2010 (UTC)
E agora vamos aguardar para ver se esta votação será considerada válida, mesmo com toda a monstruosa seqüência de pilantragens cometidas pelo Heitor C. Jorge & cia para burlar o resultado. Iafgs (discussão) 05h21min de 10 de junho de 2010 (UTC) Comentário Conhecer, se reparar, nada do que questionei, unicamente visando o verbete, foi debatido. Só se fala que gays estão votando para apagar o artigo e que a votação é uma vergonha. Isso é só para fazer barulho. Está mais do que provado que nem o assunto teve relevância, já que ela é só mais uma em meio a tantas mentes iguais, e não há nenhum dado que comprove a eficácia de sua cura. Nada foi mostrado. Absolutamente nada. Falta pouco para isso aqui terminar. - Dehsim? 10h13min de 10 de junho de 2010 (UTC) É óbvio que tem que se discutir a natureza dessa votação. Ficar aqui discutindo o mérito da psicóloga infelizmente passou a ser inútil e secundário. Pois o espírito de picaretagem falou mais alto (já começou com a proposta oportunista de eliminação de um artigo, cujo "guardião" não admitia ver corrigido de suas imperfeições, apontadas por mim e outros usuários, como o Censor, e inclusive pelo administrador Rui Silva), e avançou para a manipulação dos votos. Veja, por exemplo, um voto lá em cima, do Eduardo Banks, que foi anulado, mesmo tendo justificativa. O cara já tinha sido punido, mas inventaram uma punição extra, riscando seu voto, por "coincidência" num momento em que a votação não estava dando os 2/3 necessários pra apagar o artigo... Era necessário, urgente, reduzir os votos do outro lado. Depois, o Heitor disparando a aprovar votos inválidos que eu havia assinalado e fazendo barulho pra chamar mais gente pra votar na sua votação querida, ao mesmo tempo que implorava pelo meu bloqueio. Pra ele, tudo é muito questão de orgulho pessoal, já reparei, ele não admite perder, e tem que mostrar que está sempre certo. Pra mim, o mais importante nem é a manutenção deste artigo, que como bem observou o usuário Censor, sempre será parcial e tendencioso, como muita coisa mais que trata da questão da homossexualidade nesta Wikipédia. A questão prinicipal é como funcionam esses julgamentos por aqui, do que pode e do que não pode. Então, voltando a sua questão, você tá falando sério? Numa votação com esse nível de "honestidade", você (ou alguém aí, dos muitos que já deram seu veredito relâmpago contra a psicóloga) quer mesmo discutir o mérito do trabalho ou da carreira dela? Como se isso fosse fazer alguma diferença num jogo de cartas marcadas, onde se juntam violadores ativos das regras com a passividade e a vista grossa de muitos mais? Tá. Iafgs (discussão) 11h37min de 10 de junho de 2010 (UTC) -
- Essa raiva confessa ("abominação! abominação!") que alguns editores têm dos gays deve ter uma boa explicação, mas isso não vem ao caso. Estamos aqui para discutir, simplesmente, se um verbete está conforme as políticas da Wikipédia — em outras palavras, se a biografada é suficiente relevante para constituir um verbete na enciclopédia. Por mais que se concorde com ela, é apenas, como eu disse, mais uma psicóloga que levantou uma polêmica. Pode-se discordar, mas com argumentos menos emocionais e mais à luz das políticas vigentes. Acho que os votos que foram suprimidos poderiam ser simplesmente anulados, pois os votantes usaram uma argumentação mais emocional que outra coisa. Os editores que consideram Orgulho gay a defesa de uma causa, tragam-na pra cá, porém comparar esta biografia com aquele artigo não vai levar a nada.
- Mudando um pouco de assunto, recomendo ao Iafgs (prazer, nunca o vi antes) que modere sua linguagem. Termos como "picaretagem" e "pilantragens" podem ficar bem em botecos e arquibancadas de futebol, não aqui. Lembro que existem normas de conduta. Yanguas diz!-fiz 13h26min de 10 de junho de 2010 (UTC)
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- Caro Yanguas, lendo algumas das ameaças que o Heitor C. Jorge me fez, fiquei sabendo que você é um dos administradores da Wikipédia. Já que você ocupa essa posição e me alerta sobre as regras da Wikipédia, gostaria que me informasse onde está escrito que votos com "argumentação emocional" devem ser suprimidos, como você fez riscando o voto do Eduardo Banks, por exemplo. Você por acaso observou que vários votos pela eliminação do artigo não têm nenhuma argumentação, nem racional, nem emocional, nem nada? Pois é, mas esses votos estão ali em cima, intactos, não foram riscados e estão como válidos. Não seria isso um exemplo do clássico "dois pesos duas medidas"? Quanto à comparação que fiz com o verbete do "orgulho gay" e dezenas de outros espalhados pela Wikipédia, foi em referência à sua justificativa de voto contra o verbete da Dra. Rozangela, em que você alegou que a "a Wiki não deve servir para divulgar causas". Achei curiosa tal argumentação, pois a Wikipédia tem servido, sim, para divulgar inúmeras causas, sexuais, políticas, etc, mas como talvez elas encontrem um bom suporte militante dentro da própria Wiki parece não haver grandes problemas quanto a esse uso publicitário desta enciclopédia. De qualquer forma, obrigado pelo comentário e por avisar a mim e outros usuários que não adianta tentar discutir certos tópicos, muito menos fazer comparações incômodas, já que como você mesmo me avisa, não terão resultado algum. O que, observando-se essa página de votação e outras na Wikipédia, não é nada surpreendente. Cumprimentos. Iafgs (discussão) 16h46min de 10 de junho de 2010 (UTC)
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- Não sei se vou poupar o Yanguas, mas vamos lá: quem concorda, concorda com a argumentação dada do proponente, logo, não necessita de justficativa. Não existe regra para justificativa emocional ser apagada, o que existe é o fato da justificativa rebater a argumentação dada, como fez o Albmont. Precisa mostrar porque acha o artigo notório. Se não mostra, não tem justificativa. - Dehsim? 17h39min de 10 de junho de 2010 (UTC)
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- Desculpe, Deh, mas se é assim que funcionam essas votações isso beira o ridículo. Basta propor um artigo para apagamento, aprensentar qualquer razão ou desculpa. Em seguida vem um pessoal que muitas vezes nem leu o artigo ou nem sabe do que se trata, solta uma concordância vaga, e esses votos são todos válidos. Entretanto, para discordar do apagamento/censura é necessário se desdobrar em grandes argumentações, e não é qualquer comentário ou voto que é válido, tem que ser bem fundamentado e não pode ter nada de "emocional"... Isso é absurdo, injusto, e, se é como você Deh falou, é realmente o império dos "dois pesos, duas medidas". Sem contar que, pelo que percebo, o mais importante, vamos ser honestos, não é a relevância do tópico, ou a argumentação dos contrários, mas se o material contido no verbete agrada ou não às pessoas que têm poder de decisão e dominam melhor as ferramentas de manipulação da Wikipédia. Iafgs (discussão) 17h57min de 10 de junho de 2010 (UTC)
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- Eu devia ter desenhado: ninguém porpõe artigo para eliminação sob justificativa de não gostei ou outros absurdos do tipo, logo, não há possibilidade de se concordar com absurdo. - Dehsim? 17h59min de 10 de junho de 2010 (UTC)
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- Bem, Deh. Dão um jeito de propor a eliminação apresentando um motivo pessoal, mas com uma maquiagem mais "séria" e "técnica". Depois fica mais fácil pros outros concordarem com o absurdo. Iafgs (discussão) 18h17min de 10 de junho de 2010 (UTC)
- mesmo considerando os votos invalidados (apagados), a maioria decidiu por apagar o artigo... (a maioria tem sempre razào, mesmo quando é estùpida, e da palpites sem compreender o assunto), apaguemos o artigo e coloquemos um ponto final.--Censor (discussão) 17h54min de 10 de junho de 2010 (UTC)
- Caro Censor, o ponto final pode ser dado com relação a este verbete em votação. Mas os vícios dessas votações e seus "critérios" absurdos não terão ponto final tão cedo. Além do mais, é incrível como tem gente que se dedica tanto a eliminar informação e sente tanto prazer em promover e votar pelo apagamento de artigos (nem falo só deste artigo, mas dos inúmeros em votação), sem nem se dar o trabalho de considerar a matéria em questão e o fato de que a Wikipédia foi criada para acumular conhecimento, não para suprimi-lo. Iafgs (discussão) 18h12min de 10 de junho de 2010 (UTC)
Como já disse eu sou a favor de se apagar a pagina, mas parece-me mal que se ande a eliminar votos só porque a justificativa é emocional. Trata-se de um critério subjectivo e que viola qualquer princípio democrático. Isto já está a parecer uma "república das bananas"! Os senhores que alteraram os votos de pessoas que tinham legitimidade para o fazer, tenham mas é vergonha e desfaçam as alterações efectuadas.--Cesarcris (discussão) 18h07min de 10 de junho de 2010 (UTC) - Eu achei normal serem apagados os votos "homofòbicos". Me veio em mente o filme Nineteen Eighty-Four, no momento que o presidiàrio-funcionàrio-pùblico protagonista é torturado pelo Ministério da Verdade, e seu interlocutor-torturador mostra-lhe dois dedos, e lhe pergunta: "quantos dedos vocè vè?" - cada vez que o presidiàrio-funcionàrio-pùblico respondia, sofria mais torturas... demorou pra ele aprender a resposta justa que correspondia ao Ministério da Verdade.--Censor (discussão) 07h31min de 11 de junho de 2010 (UTC)
Ainda sobre a FRAUDE nesta votação. Como o sistema de vistas grossas continua imperando, e inocentes são acusados ao mesmo tempo em que culpados são glorificados, acho necessário fazer alguns esclarecimentos adicionais sobre a burla cometida pelo Usuário: Heitor C. Jorge nesta votação. Heitor C. Jorge retirou indevidamente comentário que havia sido reposto cujo conteúdo alegadamente "ofensivo" já havia sido suprimido. Fiz o mesmo que o Usuário:Conhecer já havia feito com outro comentário: tirar a parte "ofensiva" e retornar o comentário. Veja a edição indevida do Heitor: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=prev&oldid=20604001 Eu havia suprimido a parte "ofensiva" do comentário, mesmo assim o Heitor o removeu, com o objetivo de burlar a votação, irregularidade que foi depois revertida por editores mais honestos. Mas ele não ficou só nisso. Heitor também repôs na votação votos inválidos que eu havia assinalado com a mensagem "sem justificativa" em consonância com as regras. Novamente o intuito de burlar a votação fica evidente nessas edições do Heitor, por exemplo: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=prev&oldid=20606772 e http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&diff=prev&oldid=20606787 . Além disso, o usuário Heitor saiu me acusando de "vandalismo", dentre outros inúmeros ataques, simplesmente por eu ter agido corretamente ao assinalar voto sem justificativa, como se vê, por exemplo, no comentário que ele deixou na página de discussão do Usuário:Marcos Elias de Oliveira Júnior: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Marcos_Elias_de_Oliveira_J%C3%BAnior&diff=prev&oldid=20606827 . Como se vê, pelos exemplos citados e mais inúmeras outras irregularidades cometidas nesta votação, ela é marcada sobretudo pela fraude, promovida pelo mencionado usuário e mais alguns outros. Iafgs (discussão) 09h02min de 11 de junho de 2010 (UTC) - essa psicologa trata pessoas com orientação sexual egodistônica, o que nào hà nada de novidade nisso, visto que todo psicòlogo formado é habilitado para curar tal doença... a ùnica diferença é que essa fulana se volta ao pùblico evangèlico (como também é evangélica), portanto apenas o tratamento da orientação sexual egodistônica em pessoas como comportamento homossexual que querem ser heterossexuais. Essa polèmica em cima desse artigo jà enxeu o saco, artigo irrelevante, a maioria decidiu apagà-lo, entào ele serà apagado... mesmo se todos os votos invalidados fossem revalidados, ainda assim a maioria teria optado pelo cancelamento do artigo. Portanto, meu caro Iafgs, acho que vocè està indo um pouco longe com isso tudo... e mesmo que seja verdade que Heitor tenha fraudado, poderia muito bem ser uma tàtica dele... ele poderia ter proposto pra eliminaçào um artigo que é tutor e queria preservar, depois poderia ter fraudado a votaçào em favor da eliminaçào, assim a elimançào seria desconsiderada, e o artigo deveria ser preservado por no mìnimo determinado lapso de tempo... Sò espero que se cumpra logo a eliminaçào desse artigo.--Censor (discussão) 19h09min de 11 de junho de 2010 (UTC)
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- Entendo seus argumentos, Censor, e também os do usuário Cesarcris, a favor da eliminação do artigo, principalmente no que diz respeito ao fato de que, ao que tudo indica, se mantido ele será usado, como tem sido, apenas como mais um veículo de propaganda do movimento gay dentro da Wikipédia, assim como acontece com inúmeros outros verbetes por aqui (esse artigo, como muitos outros, tem até bandeirinha do arco-íris estampada na página...). Compreendo muito bem essa desilusão com relação à capacidade da Wikipédia de se manter isenta e imparcial nessas questões, ou de pelo menos ser plural, mostrando os vários lados dessas questões e não apenas o ponto de vista da militância gay e de seus apoiadores ativos e passivos (que pecam pela ação e/ou omissão) movidos pela parcialidade a favor desses interesses restritos. Mas discordo que seja irrelevante o tópico Rozangela Justino. Mesmo que você ou outras pessoas se incomodem com o fato de ela ser evangélica, o certo é que, como bem disseram alguns editores acima, ela é uma pessoa pública, bem conhecida, e a perseguição política da qual ela foi e é alvo é de grande importância, independentemente de se concordar ou não com o conjunto de suas idéias. Essa votação, de fato, como você Censor diz, já está enchendo o saco. Na minha opinião pelo fato de ter-se revelado um festival de falácias, burlas e tramóias com o objetivo claro de tentar apagar um fato importante (a existência dessa pessoa e toda a questão política, num sentido amplo, que ocorre em torno dela). Entretanto, no mínimo por uma questão de justiça (espero que isso ainda tenha algum valor por aqui) a votação deve continuar, sim. Apesar até mesmo de o resultado ser mais ou menos previsível, pelo que temos visto, já que todas as vistas grossas, manipulações e burlas (aceitas e até elogiadas por alguns usuários e administradores) são no sentido de forçar o sumiço do artigo, da informação e da existência social de uma pessoa pública e de fatos que incomodam determinado grupo político. Triste e vergonhoso papel de um site que se pretende uma "enciclopédia livre". Mas vamos manter a esperança na sensatez e na possibilidade de a Wikipédia ser algo um pouco mais sério do que alguns têm demonstrado. Cumprimentos a todos. Iafgs (discussão) 11h14min de 12 de junho de 2010 (UTC)
[editar] Para refletir e retornar o equilibrado sizo Votar com a maioria é sempre muito fácil: a condição de maioria, a despeito de considerações outras quaisquer, fala por si. "Nem sempre o voto da maioria anda acertado" — isso é algo que merece ser sempre, preventiva e prudentemente, refletido. Votar com a minoria é que são elas... O que (ressalve-se, cautelarmente), também não é necessariamente o reflexo da verdade. A verdade é o que é. A verdade e ponto. Mas, o ponto filosófico a que convido à reflexão é o seguinte: o respeito à dignidade do ser humano em sua plenitude é um ponto pacífico. Plenitude inclui sexualidade. Assim, uma pessoa, qualquer seja sua expressão sexual ("expressão" aqui iclui, provisoriamente, as ideias e conceitos de orientação, opção, escolha, identidade e outros), por ser humano é dignamente humana, seja dignamente humana. Ajunto que, pessoalmente, em toda a minha vida, sempre advoguei e defendi essa dignidade indisponível, no dizer dos juristas. Nunca, aconteceu, pois, de, em vendo situações de contrangimento moral ou social a uma pessoa homossexual (ou doutra qualquer expressão, por falar nisso: bissexual, travesti etc.), eu aplaudir ofensas, convalidar opressões, apoiar vexames, co-patrocinar homicídios emocionais. Não! Ao contrário, isso sempre me causou indignação e repulsa. Um ser humano estava sendo massacrado! — isso era a barbárie — sem qualquer defesa. Isso não significa dizer — seja-me permitido expressá-lo — que eu veja tais expressões como naturais, no sentido de não-disfuncionais, ou que com elas concorde, a despeito de — concordando eu ou não — elas efetivamente acontecerem, evidentemente. A despeito de bulas normativas de entidades institucionais específicas, nacionais (Conselho Federal de Psicologia) ou internacionais (Organização Mundial de Saúde) — cujas expressões são lei e, dura lex, sed lex, exsurgem na conformidade sociopoliticocultural como imperativos de obediência — isso não significa, a priori nem definitivamente, que seja certas, per se [...]. Com efeito, não há evidências científicas (segundo o cânone da metodologia científica contemporânea, de cunho essencialmente baconiano-cartesiano) que suporte aquelas afirmações, por muito que se empenhem seus defensores em afirmá-lo. Eu tenho fundadas razões para discordar delas e — se for intentado o cerceamento de expressão — devo reconhecer que estamos caracteristicamente numa ditadura de expressão do pensamento, que, além de violar o bom senso, viola prontamente a prescrição contida na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, qual expressa no seu artigo 5º, notada, mas não exclusiva ou exaustivamente, nos seus incisos IV ("é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"), IX ("é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"), entre outros. Por fim, o ponto pragmático ao qual convido à reflexão é: se nos últimos anos tem sido assegurado o direito de "cirurgias com vistas à dita transformação anatômica exterior dum ser humano, no tocante à sua genitália" ([2], e outros), bem como à chamada "mudança do sexo registral" ([3], entre tantos) — e tudo isso com o livre emprego do dinheiro público, com a convalidação dos tribunais superiores e com o assentimento (às mais das vezes alienado, inconsciente e empurrado pela mídia) da sociedade, impõe-se a pergunta: por que não pode um profissional especializado oferecer a quem o deseje, por estar esse alguém em condição de sofrimento pessoal, idiossincrásico, que só ele(a) sabe o que é, no sentido de, sendo homem, assumir plenamente a sua expressão de homem; sendo mulher, assumir plenamente a sua expressão de mulher, libertando-se, pois, dum indesejado porque causador de sofrimento, liame de expressão homossexual? Por que?! Não que lhe seja imposto — que ninguém deve ser obrigado a tratar-se de coisa alguma — mas que seja livremente escolhido. Essa, a questão. Assim esclarecidos (espero, sinceramente), com o pleno respeito à dignidade humana integral de todos — da qual jamais me afastei — reflitam mais corretamente sobre o assunto e sobre o presente artigo (uma biografia de relevante interesse, sim!, na exata medida da sua conexão com o assunto ao qual remete). Não deve, por ressentimentos unilaterais, ser conduzido a um "Caso Rozangela Justino". Isso seria, no mínimo, mostra clara de discriminação e preconceito, por suposto tão combatidos. Respeitosamente, BeremizCpa? 14h04min de 16 de junho de 2010 (UTC) - E isso vem do usuário que teve seu comentário suprimido por conteúdo ofensivo. Haja! Heitor diz aí! 17h12min de 16 de junho de 2010 (UTC)
- Comentário A biografada não tem relevância nenhuma para esta enciclopédia. Justifico a afirmação: o que ela fez? Ninguém sabe, ninguém viu. Em que teorias se baseia? Ninguém sabe. Possui algum caso de sucesso? É minha palavra contra a dela, porque ninguém sabe, ninguém viu. O artigo não diz nada. Só ficou-se sabendo da senhora, depois que teve seus minutos na tv. Acho sim, que ninguém reparou no Caso Rosângela Justino como opção para votar. - Dehsim? 17h27min de 16 de junho de 2010 (UTC)
- Eu Concordo com o usuário Beremiz nesta reflexão. Eu, sendo gordo, tenho direito a não me sentir bem com o sobrepeso. Em conseqüência posso procurar um médico para me curar, ou ainda buscar um tratamento alternativo para emagrecer. Isto não é depreciar os demais gordos e nem implica que sobrepeso seja uma doença. É apenas uma insatisfação pessoal com a situação na qual me encontro: estou gordo. Ainda outro exemplo: Minha mãe fumava 2 carteiras de cigarro por dia. Fumar não é uma doença mas pode até acarretar, segundo o Ministério da Saúde, doenças. Ela então usava uns tabletes que tinham nicotina, pois já estava com enfisema pulmonar e precisava parar. Não é legítimo? sim, é legítmo, caso contrário, não haveriam tantos métodos para parar de fumar. E os conselhos regionais de medicina não condenaram nem mandaram advertências para o pessoal que produz estes tabletes. Outra pessoa, sendo ignorante, e insatisfeita com a condição de ignorante, vai estudar, entra na escola e muda esta condição: igualmente justo e legítimo. Ainda outro exemplo: pessoas que trocam de sexo através de cirurgias, mudando fenotipicamente a herança recebida em seu DNA. Ora bolas, qual é o problema de alguém, que sendo homossexual queira mudar esta condição? Não é legítimo que um heterossexual passe a condição de homossexual? então o contrário, igualmente é legítimo. Abraços a todos. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 18h25min de 16 de junho de 2010 (UTC)
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- Por favor, Ricardo, não são coisas comparáveis. Ao menos para os nutricionistas e dietistas, o sobrepeso é considerado uma condição nefasta, a evitar. A obesidade, se não em engano, já é mesmo considerada doença pela OMS. Por outro lado, a orientação sexual, qualquer que seja ela, não é considerada nociva por nenhuma área da medicina ou psicologia. Claro que alguém pode estar insatisfeito com a sua, e consultar um psicólogo para pedir ajuda, mas o psicólogo em caso algum pode fazer um juízo moral sobre o que é "certo" ou "errado", como essa senhora faz. Em suma, é uma má profissional, e a sua presença nos mídia deve-se exclusivamente a isso. Infelizmente não é caso raro nem notório, pelo que, voltando ao tema da PE, a biografia continua sem ter qualquer relevância.--- Darwin Ahoy! 22h36min de 16 de junho de 2010 (UTC)
- Prezado Darwin, eu não acho que um psicólogo deva fazer juízo moral sobre a homosexualidade. Não estou falando sobre "certo" e "errado". Apenas acho que alguém que, livremente, sem coerção, esteja insatisfeito com a sua condição de homossexual e queira ajuda, tenha o direito de pedir ajuda a um psicólogo. A quem ele vai pedir ajuda então? A um pai-de-santo? a um fisioterapeuta? a uma sexóloga? É neste sentido: se pede ajuda para tudo hoje: ajuda para engordar, para emagrecer, para fazer mais sexo, para largar o álcool, para ficar com seios grandes, pequenos. Então qual o problema da psicóloga ajudar nisto? Que profissional você indica para ajudar este cidadão hipotético (e raro..)? (o caso de um homossexual que deseja passar para a condição de heterossexual e precisa de ajuda)? Ou em nosso país vamos dizer ao cidadão: sinto muito, mas a ninguém lhe é permitido ajudar? Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 23h09min de 16 de junho de 2010 (UTC)
- Outra coisa: não é uma questão do que a OMS considera como nocivo ou não. É o julgamento da pessoa que conta neste caso: O cidadão hipotético considera a situação em que ele se encontra ruim, lhe causa tristeza, sofrimento. Ele, somente ele, acha ruim. Ele tem consciência que precisa de ajuda. Ou seja, o camarada está pouco se lixando para a opinião da OMS, do CFP, ou do bispo. Ele acha ruim. e isto basta para ele procurar ajuda. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 23h17min de 16 de junho de 2010 (UTC)
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- Ricardo, pelas suas palavras parece que você nem leu o artigo em que votou. A mulher diz que "cura" os homossexuais, logo essa condição nociva está assumida à partida, é feito um julgamento moral. E é por isso que ela é má profissional, e é por isso que foi-lhe imposta censura pública pela sua associação profissional. Não tem nada, mas nada a ver com os exemplos que você mostrou, nem tem nada a ver com heterossexuais ou homossexuais procurando ajuda em psicólogos, atitude perfeitamente legítima e que acontece milhares de vezes todos os dias pelos consultórios de psicólogos do mundo inteiro. Entendeu agora?--- Darwin Ahoy! 23h31min de 16 de junho de 2010 (UTC)
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- Bom, neste caso você está me julgando e injustamente: não poderia estar mais incorreto. Não só li, como abri as edições anteriores e vi a maior parte das edições e as edições desfeitas. O fato de ela dizer que "cura" é positivo sob um aspecto: franqueza e honestidade. ela já está dizendo antes para quem quiser saber qual é a posição dela. Veja que, com esta atitude, ela está, provavelmente, perdendo 99% da clientela homossexual, que, segundo ela é a especialidade dela. Infelizmente temos opiniões diversas quanto a ter a ver, Darwinius. Então, eu respeito a tua opinião, espero que respeite a minha. Abraços Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 23h40min de 16 de junho de 2010 (UTC)
Outra coisa: Me acusar (injustamente) de eu não ter lido o artigo é uma falácia conhecida: Atacar a pessoa: Argumentum ad hominem Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 23h43min de 16 de junho de 2010 (UTC) - Meu caro, a falácia é sua, pois rodeou, rodeou, e não respondeu ao meu argumento: "Cura" implica atribuir um carácter nocivo a uma determinada orientação sexual, o que é proibido pelas regras daquela classe profissional. E não fiz "ataque pessoal" nenhum, nem qualquer ad hominem: Presumi que não tinha lido o artigo, por não ter visto a palavra "cura" no primeiro parágrafo. Mas afinal leu, e continua insistindo no mesmo, pelo que parece-me que o seu problema é mesmo com o significado da expressão.
- Quanto a perder clientela, desengane-se, pois conheço vários casos de paizinhos que de bom grado meteriam os filhos numa "profissional" que propagandeasse esse tipo de coisa. Conheço pessoalmente o caso de um rapaz que foi vítima de um desses charlatães, um médico no caso, por imposição do pai, que o fez tomar uma carga de hormonas que o deixou de rastos emocional e psicologicamente. Não sei se esta mulher chega a tanto, mas se chega o lugar dela é na cadeia mesmo.--- Darwin Ahoy! 23h52min de 16 de junho de 2010 (UTC)
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- Fez ataque pessoal, sim. "parece que você NEM leu o artigo em que votou". Tenha ombridade e reconheça o que disse. A questão é que a psicóloga não concorda com o conselho de psicologia. E a questão está levantada por ela ( e não por mim, que pouco estou me lixando para isto). Inclusive há uma carta do bisco Cavalcante na página dela. Então a psicóloga está criando um debate por pensar diferentemente do conselho. E eu acho normal em uma sociedade livre. E se há um debate penso que há notoriedade. Agora eu aceito o teu direito de discordar, votei na minoria, porque sou fiel a minha consciência. Acho que o artigo será deletado, mas não voto contra a minha consciência. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 23h59min de 16 de junho de 2010 (UTC)
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- Tenha dó Ricardo, isso não é "ataque pessoal", é uma presunção lógica e explicada na minha argumentação. E vejo que continuou sem responder aos meus argumentos, o que é bem significativo, mas de todo o modo irrelevante, pois o que está em discussão aqui é a qualidade da biografia dessa mulher, e não a do seu profissionalismo.--- Darwin Ahoy! 00h31min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Não é uma presução lógica, porque, do contrário, você teria acertado. E como eu te disse, e embora eu não possa lhe provar, dou aqui a minha palavra de honra, é que eu li, sim os artigos. Então a tua lógica foi falha, não é verdade? Quanto a importância dada à palavra "cura", eu considero de menor monta. Porque se ele quer ser "curado" ou "mudado" ou "tranformado", para mim dá na mesma. Se a minha mãe foi "ajudada" a parar de fumar ou "curou" do seu vício de fumar, ou conseguiu "interromper" o hábito de fumar ou "transformou" os seus hábitos, na minha opinião dá na mesma. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 00h43min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Não acertei porque a causa, aparentemente, era outra, o seu desconhecimento do significado do termo "cura", mas as premissas para a minha presunção eram inteiramente lógicas e válidas.
- A tua lógica é exemplo de Modus ponens: Dado A -> B e dado A, então conclui-se B. Mas A é verdadeiro e não-B é verdadeiro, logo deduz-se que: não( A -> B ). Aqui está formalmente a demosntração. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 11h29min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- E mais uma coisa, Ricardo. Eu não lhe dei a minha "opinião", como diz acima. Se me conhece minimamente sabe bem que eu raramente entro por esse tipo de achismos, e quando os uso faço-o claramente. O que eu lhe disse não é "opinião" nenhuma, são factos fundamentados e referenciados que inclusive constam do artigo que você diz que leu. Ao menos chame os bois pelos nomes, e não diminua a qualidade da minha argumentação.
- Opinião, sim, dá você, quando acha que é de pouca monta o uso da expressão "cura", tentando reduzi-la a um contexto que não existe ali, quando sabe perfeitamente (se realmente leu o artigo) que foi por usar expressões desse tipo e de afirmar que a homossexualidade é uma doença que essa mulher foi censurada pela sua associação profissional. Por favor, Ricardo, tenha em melhor conta a minha inteligência.--- Darwin Ahoy! 00h51min de 17 de junho de 2010 (UTC)
Darwin, vou interromper (e me desculpe), para perguntar novamente onde está a notoriedade da biografada. Ninguém respondeu minhas perguntas. - Dehsim? 00h03min de 17 de junho de 2010 (UTC) - Concordo, ela é pessoa notória por um evento, o que os critérios dizem para criar um artigo para o caso, não a pessoa. Só não mudo meu voto pra redirecionar pq senão o artigo fica.--Lépton msg 00h14min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Tanto faz, Lepton. Se isso ficar (e estou convencido que fica) depois pode-se sempre discutir a moção para o novo título.--- Darwin Ahoy! 00h36min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- "pois conheço vários casos de paizinhos que de bom grado meteriam os filhos numa "profissional" - Este não é absolutamente o caso em questão. O caso em questão é pessoas que espontâneamente desejam mudar sua condição. Neste caso que você cita, os pais é que estão forçando e não a psicóloga. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 00h53min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Esse meu comentário, posterior à sua rotulagem equivocada dos factos que lhe apresentei como "opinião", e em resposta à sua especulação sobre a clientela dessa senhora, é realmente a minha opinião pessoal, baseada na minha experiência pessoal, pelo que nem adianta insistir nesse assunto, que de resto não tem nada que ver com esta PE. De todo o modo, sempre lhe digo que, infelizmente, não vivemos num mundo perfeito, e quando um pai diz que o filho ou vai para o olho da rua ou faz o "tratamento", não ficam muitas hipóteses que se submeter à charlatanice de indivíduos como essa senhora, que apregoam aquilo que não podem fazer.
- E agora, voltando ao tema da PE, como falou do "Bispo" Cavalcanti, pois fique sabendo que o envolvimento de um "bispo" de uma igreja que nem tem relevância para estar na Wikipédia não traz a menor, a menor notoriedade a esse caso.--- Darwin Ahoy! 01h51min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Não só está (desde novembro de 2005, bem antes desta votação) Robinson Cavalcanti como, você, evidentemente por cause de estar refém de tuas palavras, propôs o artigo para eliminação. Que feio, Darwinius, que feio...Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 10h40min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- O Bispo Robinson Cavalcanti é uma figura (de quem eu discordo veementemente em muitos aspectos) conhecidíssima no Brasil. Ele já era um pregador famoso em 1990 quando eu o conheci pessoalmente em uma pregação em Niterói. É notório para mais de metro e com certeza ter um verbete na Wikipedia é mais do que justo. Isto eu demonstrarei na pagina de votação do artigo. O artigo está realmente pobre aqui na Wiki, mas propor para eliminação é algo que só entendo pelas razões que expus acima. Você deve colocar o interesse da Wikipedia acima de uma discussão de eliminação. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 11h25min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Minha nossa, olhando o que tu fizeste com o artigo do Robinson Cavalcanti: Voce dilapidou o artigo. E ainda tentou avacalhar o artigo colocando "Biogafia" quando antes era "Biografia". E eu ainda chei que tinha sido o autor original do artigo. Retifico o que eu disse: O artigo não esáva ruim, mad ficou depois de sua cirurgia de "textotomia radical". Bastavam referências. Controle-se, por favor. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 12h02min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Feio,
Roberto Ricardo, é você vir aqui fazer esse tipo de acusações que, isso sim, configura ataque pessoal e ad hominem, além de não estar relacionado com o tema desta PE. O que você chama de "delapidação" é remoção de VDA, obrigatória pelas nossas políticas. As razões para essa outra PE estão bem explicadas lá, e não tenho que lhe dar nenhuma satisfação aqui. Menos, RobertoRicardo, menos.--- Darwin Ahoy! 14h52min de 17 de junho de 2010 (UTC) -
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- Apesar de achar o nome Roberto bonito, minha mãe me batizou como Ricardo. Depois a dilapidação do artigo e a proposta de eliminação, coincidentemente ocorreu hoje, após você ter dito que Robinson Cavalcanti não constava na Wikipedia. Ou seja, resultado direto de tu ter ficado refém de tuas próprias palavras. Agora é lamentável que você manipule a Wikipedia, não com o propósito de aprimorar a enciclopédia, mas para servir aos seus propósitos individuais. Isto é lamentável. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 16h30min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Caro, já lhe disse que o que você chama "delapidação" é remoção de VDA, e eu jamais disse que esse senhor não constava daqui, até porque foi depois de investigar quem ele era que me apercebi da falta de relevância e o enviei para PE. A isso não se chama "manipulação" nem "lamentável", chama-se coerência. E agora faça-me um favor, pare com os ataques pessoais, insinuações maldosas e as outras acusações, pois isso não é digno de si. Se quer falar sobre o bispo, faça-o no local próprio, onde tem todo o espaço para defender a sua inclusão aqui. Esta PE é sobre a psicóloga, não sobre esse bispo.--- Darwin Ahoy! 16h52min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Pelas haspas colocadas em delapidar, talvez você pense que a forma "dilapidar" não seja correta. Para dirimir quaisquer dúvidas, as duas formas são válidas: Significado de Delapidar = o mesmo que dilapidar, embora alguns professores, como o professor de Língua Portuguesa, Myrson Lima, ensinam que o correto é escrever DILAPIDAR [4] Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 17h46min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Na própria Wiki os termos ocorrem em frequências praticamente iguais:
- Resultados 1–20 de 38 para dilapidar
- Resultados 1–20 de 26 para delapidar
Coisas da língua portuguesa...Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 18h05min de 17 de junho de 2010 (UTC) - Não percebo o que isto tem que ver com esta PE, mas engana-se redondamente. As aspas foram para assinalar o seu uso desapropriado da expressão para descrever uma remoção de VDA, não um qualquer reparo ortográfico. Em pt-pt ambas as formas existem, embora eu pessoalmente prefira com "e".--- Darwin Ahoy! 18h10min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Você dilapidou sim, um artigo que vem sendo escrito há anos. VDA é a "desculpa" pela dilapidação. Mas, primeiro vai se votar o artigo. Em permanecendo o mesmo, vou ajudar a reconstruir o artigo mutilado por vossa senhoria. E isto por consideração a Wikipedia e ao valor dele como figura notória, pois não comungo com boa parte das idéias deste bispo. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 18h50min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Ricardo, mais uma vez peço-lhe que refreie o seu vocabulário. Cumprir as políticas do projecto removendo VDA não é "delapidação" nem "mutilação", lamento que ainda não saiba isso.--- Darwin Ahoy! 18h53min de 17 de junho de 2010 (UTC)
[editar] Cura da homossexualidade eu devo admitir que fui convencido, antes tinha a opiniào de que o homossexualismo poderia ser tratado, e curado. Mas agora concordo completamente com - Darwin "De todo o modo, sempre lhe digo que, infelizmente, não vivemos num mundo perfeito, e quando um pai diz que o filho ou vai para o olho da rua ou faz o "tratamento", não ficam muitas hipóteses que se submeter à charlatanice de indivíduos como essa senhora, que apregoam aquilo que não podem fazer." - Portanto, quem afirma curar a homossexualidade é um charlatào, ou louco, ou sàdico. Doente é o homossexual que nào se assume, este deveria procurar tratamento médico, pra poder viver o seu homossexualismo livremente, sem se preocupar com homofobos. Alias, nào hà de se criticar os homofobos, esses sào também doentes (incluindo os homossexuais que nào se assumem). O caso da psicòloga nào é homofobia, mas como disse - Darwin, é charlatanismo... se ela é cristà-evangélica, deveria abandonar a psicologia, e procurar curar as pessoas por intermédio do Espírito Santo nào por intermédio da psicologia. Este artigo serve apenas para promover a fama dessa paradoxal psicòloga-evangélica, (esse binòmio é tào paradoxal quanto ateu-cristào, nazista-judeu).--Censor (discussão) 05h24min de 17 de junho de 2010 (UTC) - Foi por isso, Censor, que eu pedi (e pedi, e pedi), dias atrás, que alguém mostrasse a notoriedade da biografada. De que maneira? Seus "casos de sucesso", suas teorias. Onde estão? O artigo não diz absolutamente nada dos métodos usados por ela, não apresenta nenhum depoimento. O artigo é baseado na polêmica que ela causou. Infelizmente isso só nos remete a uma pessoa religiosa (e respeito a religião) que quer aparecer na tv, não importa como e o que custe. Ofendo dizendo isso? Sinto muito. A postura dela foi essa. Muito fácil chegar na frente das câmeras e dizer que não tem que provar nada para ninguém. Assim até eu. - Dehsim? 10h27min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Esta frase de que um psicólogo evangélico é um paradoxo não poderia estar mais recheada de preconceito. Eu conheço diversos psicólogos evangélicos. Minha sobrinha é uma. Procure se informar. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 10h37min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Caro Censor, me desculpe mas tenho de lhe dizer que você parece estar equivocado. Não acho que a Dra. Rozangela queira se promover ou arrumar clientes para tratar da homossexualidade, até mesmo porque os ativistas gays (dentro e fora do Conselho Federal de Psicologia) obtiveram êxito em proibir seu trabalho. O qual, como já dito aqui nesta discussão (e tendenciosamente suprimido no artigo), era feito com pacientes que queriam voluntariamente deixar o comportamento homossexual. Como você mesmo várias vezes observou na página de discussão Discussão:Rozângela Justino do artigo do qual o usuário Heitor C. Jorge parece se achar dono, a OMS não "proibiu" psicólogos de tratar pacientes que queiram deixar de ser homossexuais. Tentei ajustar ao lugar certo uma referência a um texto fajuto, tendencioso e cheio de erros, que o referido usuário adicionou lá como "fonte fiável" supostamente confirmando tal proibição, mas, pra variar, ele esbravejou e reverteu, mantendo a referência no lugar errado, juntamente com a (des)informação enganosa. Quem decretou o dogma intocável de que a homossexualidade não pode ser tratada e que psicólogos que se meterem em tal polêmica questão devem ser rigorosa e exemplarmente punidos foi o Conselho Federal de Psicologia (CFP)brasileiro, acatando a vontade da militância homossexual, não a OMS. Quanto à tal "homofobia": apesar do uso corriqueiro e errôneo da palavra-xingamento "homófobo", a coisa é como você disse: tecnicamente, homofobia é um distúrbio (raríssimo por sinal) que se caracteriza por pânico e reações irracionais diante da homossexualidade ou de um homossexual, similarmente ao que acontece com outras fobias. Pelo que dá para perceber, não é o caso nem da psicóloga, nem das pessoas que aqui se manifestam, sensatamente, ainda que contrariando os dogmas politicamente corretos, tão melindrosos. No mais, não vejo mais problema no fato da Rozangela ser psicóloga e evangélica do que no fato de muitos militantes da causa gay serem psicólogos ou editores responsáveis pela suposta "imparcialidade" da Wikipédia. Saudações. Iafgs (discussão) 10h56min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Hum, já que você é editor do texto da psicóloga (ou pelo menos tentou ser), poderia responder meus questionamentos? Por que o artigo não diz a que veio? Por que razão não mostra a notoriedade dela ou de seu caso? Desculpe, mas como ela já apareceram outros dizendo curar a homossexualidade. Por isso nem o fato eu acho notório. Pergunto para ver se vale a pena mudar o voto para o caso, porque nela não vejo relevância alguma. Como ela executa os procedimentos de "cura"? Em que teorias se baseia (por favor, religiosas não)? Quais seus casos de sucesso, existe algum depoimento de ex-gay? - Dehsim? 11h02min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Deh, o caso do cerceamento ao trabalho da Rozangela Justino é bem conhecido. Saiu em vários jornais, revistas, TV, inúmeros sites. Basta olhar no bom e velho Google que você vai encontrar bastante material. Abraço. Iafgs (discussão) 12h09min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Obrigada por se pronunciar. Vou me limitar a repetir: Citação: Deh escreveu: «Por que o artigo não diz a que veio?» Quem sabe não aparece uma boa alma. - Dehsim? 12h18min de 17 de junho de 2010 (UTC)
[editar] Pedido de intervenção administrativa Peço aqui (melhor, reitero os pedidos já antes feitos) aos wikiadministradores e, se necessário, aos wikiburocratas de plantão, no sentido de averiguarem e, pois, deterem os variados atos contrários à boa ética (apagamento, condução, desrespeito editorial, parcialidade, enfim, vandalismo, lato sensu). Isso já foi apresentado em instância adequada, ao referir esses desrespeitos. Sem providência, até o momento. Pois a que se destina uma votação? Ora, destina-se tão somente à escolha, entre alternativas, daquela que melhor expresse o ideal para o qual foi concebida. Isso posto, qualquer legitimado ao pleito, qualquer que seja a sua escolha e qualquer que seja o seu motivo, a priori, tem direito de expressar o seu voto. Sem ser cerceado por outrem. Isso caracteriza ou o desmando ou a ditadura. Ou ambos. Se alguém tem uma posição e argumentos que a defendam — sejam quais forem — apresente-os! Quem puder, dileticamente conteste-o. BeremizCpa? 13h49min de 17 de junho de 2010 (UTC) -
- Cuma? Amatnecks disc 16h56min de 17 de junho de 2010 (UTC)
[editar] Reedição e outras providências No intuito de prover uma forma mais adequada ao artigo em causa, providenciei o seguinte: - Reorganizado e reeditado o artigo, de forma mais enciclopédica e mais imparcial. Removido, por não proprietário em hipótese alguma, o esboço LGBT (o artigo, em si, não é bandeira ou propriedade de instituição alguma).
BeremizCpa? 19h33min de 17 de junho de 2010 (UTC) - Que bom, conseguiu torna-la ainda mais irrelevante.--- Darwin Ahoy! 20h46min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Deveras lamentável que a atuação injustificada e temerária de colega que não sabe do elementar a respeito do assunto tenha podado essa proposta de reedição. BeremizCpa? 22h00min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Respondo aos carìssimos Iafgs e Ricardo Ferreira de Oliveira: Iafgs, em absoluto, nào hà de se falar em "cura da homossexualidade", mesmo no caso em que a pessoas quer ser curada da homossexualidade, visto que a OMS nào previu nenhuma cura para o homossexualismo. E evidentemente, a pessoa que està descontente com a pròpria sexualidade possui um disturbio chamado Egodistònico, que poderà ser tratado por qualquer psicòlogo, tanto em casos de heterossexuais, quanto em casos de homossexuais. Depois, meu caro Iafgs, achas mesmo que a mera suspençào da "doutora" fora qualcoisa de prejudicial que lhe impediu de lucrar? Muito pelo contràrio, uma multidào de gente, sobretudo pais de adolescentes homossexuais, devem ter procurado essa "doutora" depois de sua polèmica. Quanto a minha afirmaçào de que psicòlogo evangélico é um paradoxo, meu caro Ricardo Ferreira de Oliveira, do ponto de vista nu e cru da ciència, sim, é paradoxal uma psicòloga evangélica, visto que a psicologia admite, por exemplo, o homossexualismo como coisa normal, os evangèlicos repudiam o homossexualismo, os evangélicos alegam que os problemas sào espirituais, a psicologia alega que os problemas sào psicològicos, os evangèlicos alegam entrar em contato com o Espìrito Santo, a psicologia alega que esse tipo de coisa é alucinaçào ou delìrio... em fim, vivemos em um Estado Laico, ao menos se vivessimos no Vaticano ou no Iran, eu concordaria contigo, mas como vivemos no Brasil, sinto muito, mas é paradoxal sim, uma pastora evangélica ser psicòloca sem se contradizer... como a gente batiza isso? psicoteologia?—o comentário precedente deveria ter sido assinado por Censor (discussão • contrib.) Heitor diz aí! 23h38min de 17 de junho de 2010 (UTC)
- Dessa vez sou obrigado a concordar com o Censor. Boas palavras. Heitor diz aí! 23h38min de 17 de junho de 2010 (UTC)
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- Mas o que é isso que o sr. fala! Meu padrinho formou-se em psicologia na Sorbonne e era padre agostiniano. Sacerdote católico e psicólogo. Há inúmeros psicólogos judeus (embora alguns não creiam na Torá). Há inúmeros psicólogos evangélicos. A psicologia não é uma teoria em forma de monobloco, única, indivisível. Há várias correntes de pensamento. A mesma "psicologia" que "afirma" que "o homossexualismo é uma coisa normal" achava que era "doença" há alguns anos atrás. É uma ciência, e como tal é dinâmica. Evolui. Você está dogmatizando a psicologia. Isto é uma atitude religiosa e não científica. Abraços Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 00h08min de 18 de junho de 2010 (UTC)
- Citando o verbete Psicologia da Wiki: "é a ciência que estuda o comportamento (tudo o que um organismo faz) e os processos mentais (experiências subjetivas inferidas através do comportamento)" Você esta a dizer que um evangélico ou judeu ou católico não pode estudar o comportamento e os processos mentais. Reflita! Saudações Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 00h12min de 18 de junho de 2010 (UTC)
- Vou te dar um exemplo que talvez esclareça: É o mesmo que dizer que não existe rock-evangélico. Porque grandes e famosos grupos de rock são dedicados à ocultismo ou coisa que o valha. Abraços Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 00h50min de 18 de junho de 2010 (UTC)
- caro Ricardo Ferreira de Oliveira, obviamente que nào hà nenhuma lei que proiba uma pessoa evangèlica de fazer um curso de psicologia, porém, a psicologia (que é uma ciència que obedece determinados fundamentos gerais a todas as cièncias) vai do lado oposto da fé transcendental da religiào, entào, a pessoa religiosa que acredita na psicologia sofre de algum disturbio mental, pois nào se pode acreditar em duas coisas que se excluem mutuamente... ou entào pode-se ser uma pessoa hipòcrita, que na verdade nào acredita naquilo que apregoa... ou ainda, uma pessoa pode ter uma religiào, apenas por tradicionalismo (o que é bem comum entre os catòlicos, inclusive padres). No caso da psicologa em questào é evidente que ela nào é evangélica por tradicionalismo, ela é uma pessoa ativamente evangelizadora, é alguém que acredita efetivamente na Bìblia, alguém que nào enxerga a Bìblia como um documento històrico, mas sim, e é òbvio, ela é uma crente do evangelho. Entào, ou ela estudou por anos uma disciplina que ela nào aceita, ou ela se finge de crente do evangelho. Quem acredita nos milagres do Espirito Santo nào necessita de tratamento psicològico, ainda mais porque os fundamentos da psicologia esfacelam o Espirito Santo, e os fundamentos do Espirito Santo esfacelam a Psicologia. --Censor (discussão) 02h16min de 18 de junho de 2010 (UTC)
- Você não acrescentou nada de novo em seu raciocínio. Repetiu os argumentos de antes. Logo isto está deveras improdutivo. E tenho que concordar com o amigo daí de baixo: isto aqui não é fórum. Portanto, abraços e boa votação. Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 10h51min de 18 de junho de 2010 (UTC)
- PARA O FIM DE ESCLARECIMENTO...
- O fato de a Organização Mundial de Saúde ter firmado a homossexualidade como normal e sadia não lhe confere, em absoluto, o condão de detentora da verdade. A sua determinação é apenas o que é: uma imposição de cunho estritamente legal, "politicamente conveniente", a atender anseios sociopoliticoculturais do esquema de poder que se tem formado na contemporaneidade e — muito a propósito! — IMPOSIÇÃO. Uma verdade que é o que é, serenamente não necessita da muleta da imposição... É verdade por si só.
- Absolutamente, NÃO! Absolutamente, SIM! NÃO à afirmação descabida de que "é proibido alguém homossexual querer buscar ajuda e cura". Isso é direito inalienável dele(a), ora vejam só! Por que o(a)[s] senhore(a)[s] descaradamente consente[m] que "É NORMAL" alguém buscar — com o dinheiro público, do SUS e tudo mais! — a medicina especializada para "cortar fora o pinto" ou para "implantar uma periquita" (traduzido: alguém transformar-se artificialmente naquilo que JAMAIS SERÁ...), mas aponta[m] como ANORMAL OU DOENTIO OU COISAS MAIS alguém querer curar-se do "seu mal homossexual, SEU, APENAS SEU!" (sem que outrem tenha algo a ver com isso, inclusive CFP, OMS ou seja o que for)? Que disparate é esse?!! Dois pesos e duas medidas?!... Então é permitido buscar a medicina NA CONTRAMÃO, mas não é permitido buscá-la NA MÃO (ou vice-versa...)? Não parece haver algo errado? [...]
- Sobre egodistonia, é providencial sua citação aqui. A propósito... sabem o que é isso?!... Egodistonia não é uma nomenclatura proprietária — sequer originária — da sexualidade, ou, de modo mais preciso, da psicologia analítica sexual. Egodistonia (do grego ἑγώ transliterado ao latim ego, significando "eu" / "mim" / "si-mesmo" + δγστόηγα, significando "desvio [dis] do [acento, tom]) é exatamente o que o étimo retrata: desvio de algo (ou alguém) daquilo que [naturalmente, segundo a natureza] esse algo (ou alguém) é. No domínio humano, é, pois, tão somente o estado [mental] de alguém que "perdeu" a noção de si mesmo, em certo aspecto ou medida ou na sua totalidade, transitoria ou permanentemente, comportando, pois, uma gradação. Evidentemente, ao se aplicar o termo à sexualidade (e a aplicação, em tais casos, é sempre forçada, traumática), exsurge a significação possível de "desvio da percepção [por parte de alguém] da própria sexualidade". Sim, isso é possível. SE A CAUSA É ENDOGENAMENTE PSÍQUICA, é precisamente isso que ocorre com o indivíduo que se acha homossexual: ele se achará na condição de distonia (na acepção psicanalítica do termo) sexual. Evidentemente, sempre se poderá argumentar o contrário: alguém se achar em distonia em face de sua [natural] sexualidade (ou heterossexualidade, como insistem muitos). Há, com efeito, várias causas (orgânicas, anímicas e espirituais) possíveis para a homossexualidade.
- Cautelarmente (antes que temerariamente alguém acuse...): tudo o que digo, digo-o no perfeito e pleno respeito à dignidade humana de quem quer que seja, em qualquer aspecto humano do seu humano ser, inclusive e inarredavelmente — a propósito do tema — na sua expressão sexual, seja uma expressão heterossexual, uma expressão homossexual ou outra. Eu sempre defendi, irrestritamente, essa dignidade intocável, o que nem sempre se nota em tantos (embora não todos) militantes da causa gay. É para mim assim, NÃO POR SER IMPOSIÇÃO normativa dalgum órgão ou poder. Esse respeito, NATURAL, não carece de imposição. Faz parte dos meus valores.
- A grande questão que se coloca é: ninguém é obrigado a se tratar do que quer que seja, desde que diga de si mesmo "feliz" com tal condição, e desde que não haja comprometimento de ou periclitação à sáude pública (como os casos de doenças infectocontagiosas e outros, quando o poder público estatal, institucionalizado tem de intervir: vacinação contra Influenza A subtipo H1N1 etc.). Agora, doutro lado... Se alguém se acha "infeliz" com sua condição — qualquer que seja ela! — assiste-lhe o direito inegável de buscar ajuda, cura, tratamento, seja lá o que for. Até porque, na sua ínsita infelicidade condicional, quer se lhe permita isso, quer não, de algum modo, esse alguém SEMPRE ESTARÁ BUSCANDO O LENITIVO PARA O SEU PADECIMENTO. É absolutamente simples assim.
- Estado laico! Sabe[m], por acaso, o que é isso? Não se invoque um "estado laico" (a propósito, terminologia absolutamente imprópria para o uso ordinário que se lhe dá) para convalidar ou proscrever uma expressão de espiritualidade, que — quer se reconheça ou não — permanece sendo a mais elevada expressão humana do humano ser [ver, a propósito, entre tantos, o depoimento de Carl Gustav Jung). A laicidade [religiosa] do Estado, qual prevista constitucionalmente, é apenas a sua não vinculação constitucionalmente prescrita a qualquer credo ou doutrina religiosos, tão somente isso. O Estado é, por definição constitucional, laico (na acepção religiosa do termo), embora cada indivíduo possa não o ser. Então, não confunda[m] "alhos com bugalhos"... Chamar o conceito de laicidade do Estado a esta discussão é mostra de profunda ignorância na matéria (não se chateie[m]: ignorância, como empregado aqui = desconhecimento).
- Paradoxal? Sabe[m] o que é paradoxo? Aqui vamos nós, de novo!... Não. Chega.
- E contradição! Contradição seria "uma adição contrária"?...
- Não, meus caros. Não há contradição em alguém ser confessionalmente evangélico e ser psicólogo, do mesmo modo como nunca se denunciou uma contradição pelo fato de alguém ser católico e ser psicólogo — e ainda o são em maioria absoluta! Sem contradição. Uma coisa NÃO conflita com a outra, antes atuam ambas em perfeita sinergia para o fim desejado, quando há equilíbrio do indivíduo.
- BeremizCpa? 14h46min de 18 de junho de 2010 (UTC)
Para contribuir com a questão, o psicólogo e psiquiatra Charles Socarides era um dos que advogava a "cura" de homossexuais. Isto demonstra a não-unanimidade da psicologia em relação a este assunto. Além disto, outros psiquiatras tem a mesma posição, embora a maioria tenha votado pela declaração da OMS. [5] Abraços Ricardo Ferreira de Oliveira deixar mensagem 18h25min de 19 de junho de 2010 (UTC) [editar] Fórum ou enciclopédia? Isto é um fórum de discussão onde fala sobre psicologia, homossexualidade, se discute pessoas ou uma página de um enciclopédia, onde o que tá em discussão é se o VERBETE tem relevância suficiente para permanecer aqui DE ACORDO COM AS REGRAS DO PROJETO? é só pra saber, pq a primeira vista achei q fosse um fórum...... PS: mais de 100kb, né brinquedo não.......--Lépton msg 00h56min de 18 de junho de 2010 (UTC) - Eu estou até o presente momento esperando respostas. Fiz questionamentos sobre o conteúdo do verbete e nada. É só papo furado. Não interessa em absolutamente nada o que eu acho dela, interessa é a relevância da biografia, mas disso que é bom mesmo, ninguém fala. Tem tanta informação sobre ela na web, como me disseram, que o verbete não apresenta nada por que? Enfim... - Dehsim? 10h06min de 18 de junho de 2010 (UTC)
Talvez o forum apropriado para essas respostas seja a discussão do artigo. Amatnecks disc 12h50min de 18 de junho de 2010 (UTC) - O artigo está em votação para ser eliminado nesta página. A razão para eu ir em outra buscar respostas sobre o conteúdo e relevância do verbete seria qual? - Dehsim? 12h53min de 18 de junho de 2010 (UTC)
- Concordo com o aprimoramento do artigo. Fiz-lhe, nesse mister, proposta de nova edição. Que foi excluída (?!), embora o arranjo posterior tenha logrado alguma melhora. [Sobre ser ou não ser fórum... é desnecessário isso. Uma enciclopédia é sempre um fórum.] BeremizCpa? 14h50min de 18 de junho de 2010 (UTC)
[editar] Redirecionamento não resolve... ... aquilo que só uma decisão coletiva de bom juízo produz. Que produz a manutenção do artigo em comento? Além de prover mais um artigo (isso o redirecionamento também faz), faz mais: acrescenta uma biografia útil, sim — útil, na exata medida em que a todos favorece, quaisquer que sejam suas opiniões, por frontalmente discordantes que sejam. Mas... esse não é o caso (e aqui não me refiro ao aventado redirecionamento) que, percebam ou não os militantes de frentes diversas exteriormente. Então, a despeito de essa não ser uma tentativa de cooptação de votos (respeitado o livre arbítrio de cada um e consoante com a política de votação desta Wikipédia), na exata medida em que é um chamamento à retomada do melhor bom senso a todos feito, nessa mesma medida, é necessaria e precisamente uma tentativa de cooptação de votos, sim. Há porém, uma diferença essencial: não foi oferecida em bastidores, não foi urdida às escondidas, mas é oferecida aqui, de modo aberto, cristalino e público, e justificado ("justificado", aqui, sginifica tão somente "com as razões declaradas de forma pura, inequívoca e sem tergiversações"). Reflitam sobre isso, antes de mais. BeremizCpa? 00h49min de 19 de junho de 2010 (UTC) - Eu vou refletir sobre o que se a biografia não diz nada? Vou ver a notoriedade da senhora onde? Em que parte? No escândalo no qual ela se meteu? Tem dó. Fosse isso, seríamos um repositório de currículos. Aqui só se fala, mostrar a notoriedade no artigo, que é bom mesmo, nada. - Dehsim? 00h57min de 19 de junho de 2010 (UTC)
- Ela só é citada dentro de um contexto, logo só é relevante dentro deste contexto, pelo que um artigo próprio não faz sentido, sendo recomendado um artigo sobre o caso, onde ela poderá ser citadas, mas apenas isto.--Lépton msg 01h03min de 19 de junho de 2010 (UTC)
- Concordo com o Lépton. Essa senhora não teria nem os 5 minutos de fama que teve se não se tivesse metido na polémica em que se meteu. Se alguma coisa aqui tem um resquício de notabilidade é a polémica, não a pessoa em si. Essa será, quando muito, notória, nunca notável.--- Darwin Ahoy! 02h05min de 19 de junho de 2010 (UTC)
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- Caros colegas, é precisamente por isso (a falta de aperfeiçoamento do artigo, que ainda está por vir...), que fiz o convite acima. Você, Deh, está certa ao denunciar o que precisa ser e ainda foi mostrado. Assim, também, os demais colegas que reportam um talvez mero sensacionalimo pontual. Ocorre que — e o próprio contexto do acontecido o confirma inequivocamente — esse é um novo paradigma a ser adequadamente tratado, na competência que nos cabe, justamente aqui, nesta wikipedia lusófona, vez que o fato se deu em nosso meio. Assim...
- Reitero aqui as palavra que disse na discussão, a modo de fundamentação:
- Se vier a ser mantido o artigo em causa (esta é minha escolha pessoal), com o ganho enciclopédico de havermos acrescido mais um artigo, bem depurado por sinal, ainda creio ser oportuno algo mais.
- Faltam, por exemplo, (entre outros itens, como já mencionado...):
- Apuração da grafia correta do nome: Rozangela ou Rozângela?
- Fotografia autorizada da biografada;
- Local e data de nascimento e outras peculiaridades;
- Informações adicionais relativas ao aperfeiçoamento acadêmico;
- Informações adicionais relativas ao exercício da psicologia;
- Informações adicionais relativas ao ministério evangélico;
- Apuração e, no cabível, depuração de fontes e conteúdos;
- Mais? Quais? É questão de buscar...
- Eu já estou, de minha parte, buscando junto às fidedignas fontes, essas informações.
- Acrescento, por fim, que nada quero ganhar em termos de meros debates, muitas vezes vãos, embora não todas. Quero que ganhe a cultura expressa na nossa Wikipedia. Apenas isso.
- BeremizCpa? 15h57min de 19 de junho de 2010 (UTC)
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- A biografada em questão não tem notoriedade. Você gastar um tempo enorme e não vai achar nada. Foque suas energias em melhorar a polêmica. Claro que a data de nascimento e uma imagem da senhora em questão (que você também não vai achar, porque ele tem medo de apanhar), ajudam. Sds! - Dehsim? 17h36min de 19 de junho de 2010 (UTC)
Nossa, a revolta do pessoal que tem óóóóóóóóóódio da psicóloga é sintomática. Muito interessantes a "seriedade" e a "isenção" nessas votações da Wikipédia... Beremiz, aqui tem um link (de 2007, antes da "polêmica" de 2009, pois a Dra. Rozangela já é notória e notável há muito tempo, apesar da má-vontade e da alegação pretensiosa e/ou preguiçosa de que "ninguém sabe nada sobre ela..) que informa algumas coisas. Por exemplo, ela nasceu em 1958, é pós-graduada em psicodrama e psicopedagogia, especializada em terapia do estresse pós-traumático: http://www.revistaenfoque.com.br/index.php?edicao=71&materia=759 Aqui, o comunicado dela sobre a proibição do tratamento: http://www.midiasemmascara.org/artigos/direito/10499-comunicado-de-rozangela-justino-a-sociedade-brasileira.html Ela também é membro-fundador e presidente da ABRACEH, Associação de Apoio ao Ser Humano e à Família: http://www.abraceh.org.br Abraços a todos... Iafgs (discussão) 18h27min de 19 de junho de 2010 (UTC) - Acho que ainda não ficou entendido que doutores tem aos montes em muitos países. Aqui não é lugar para currículo. - Dehsim? 20h01min de 19 de junho de 2010 (UTC)
- Assim que eu me formar, vou fazer a petiçào de uma ADIn que polemize, pedir a proibiçào da entrada de homossexuais em determinado local pùblico... é uma tàtica pra lançar meu nome na mìdia, + polèmica = + fama = + sucesso = + poder... é o tal do celebritarianismo previsto por marilyn manson... vamos polemizar, polemizar é publicidade gratis... vamos ajudar esses polemizadores!
--Censor (discussão) 20h35min de 19 de junho de 2010 (UTC) Tá, Censor. A mulher realiza um trabalho há mais de 20 anos, passa a ser perseguida e hostilizada (não só na Wikipédia, lá fora principalmente) por um grupo extremamente virulento e muito mais poderoso do que ela, tem sua vida pessoal e profissional arruinada por se expor e fazer o que acredita... e você e outros acham que ela busca celebridade... Iafgs (discussão) 20h57min de 19 de junho de 2010 (UTC) - Ah pronto! Agora a "Ro" virou uma mártir (risos). Coitadinha. Heitor diz aí! 21h14min de 19 de junho de 2010 (UTC)
- Graças a gente como você, Heitor, e seus igualmente mui honestos colegas da "causa"... rs Iafgs (discussão) 21h20min de 19 de junho de 2010 (UTC)
[editar] Notoriedade e precursão Notabilidade e notoriedade, seguramente, SIM! É um tributo de honra — embora injustamente irreconhecido — à cultura pátria! Anterioridade ou precursão, comprovadamente, NÃO! Certamente seria mais um tributo de honra — a ser reconhecido — à cultura pátria... Como bem destaca o colega lafgs acima, a nossa compatriota, psicóloga Doutora Rozangela Justino goza, SIM!, de notabilidade e de notoriedade em sua área de atuação profissional. Ela é pós-graduada em psicodrama e psicopedagogia, além de especializada em terapia do estresse traumático, o que pode ser comprovado nos endereços já citados. Conforme eu já disse, é bastante querer procurar as informações em benefício da construção e não pelejar em prol da destruição. O que, desafortunadamente, poucos têm buscado fazer. Ao contrário, denunciam sem oferecer ajuda, apontam defeitos sem oferecer soluções. Ademais — sobre a questão da precursão — NÃO, a nossa compatriota não é precursora no oferecer terapia de resgate anti-homossexualidade, como estranhamente A TÊM COMBATIDO MUITOS DOS COLEGAS NESTA WIKIPEDIA, embora pudesse perfeitamente sê-lo, o que, em qualquer caso, seria mais um mérito, um pioneirismo, uma vanguarda brasileira. Esse mérito, efetivamente, assiste ao educador, médico, psiquiatra e psicanalista estadunidense Doutor Charles Socarides (1922 – 2005 (relato bem mais completo acha-se em Charles Socarides, na en.wikipedia). Que advoga, que diz, que fez o Doutor Charles Socarides já nos idos de 1960 (antes, é fato, da determinação impositiva da Organização Mundial de Saúde, de 17 de maio de 1990). No entanto, a despeito de tal imposição, ele continuou a oferecer normalmente o seu auxílio terapêutico a quem dele necessitasse e que a ele recorrese, até a sua morte, em 2005. Sem cerceamento persecutório. Eis excerto da pt.wiki: - "Socarides concentrou grande parte de sua carreira no estudo da homossexualidade, que ele acreditava que podia ser alterada (Um tributo a Charles W. Socarides) Ele ajudou a fundar a National Association for Research and Therapy of Homosexuality (NARTH) em 1992 (Dois Diferentes Obituários para Dr. Charles Socarides) e trabalhou extensivamente com a organização até a sua morte (Dr. Charles Socarides, Lover Of Humanity) Ele não considerava os desejos subjacentes à homossexualidade imorais, afirmando que "uma vez que meus pacientes tenham obtido uma visão destas dinâmicas — e percebido que não há falhas morais envolvidas em sua antiga e misteriosa necessidade— eles mudaram muito rapidamente no caminho da recuperação" An Analyst, a Father, Battles Homosexuality)
- Em 1995 um perfil do New York Times colocou que, "Socarides oferece a coisa mais próxima à esperança que muitos gays tinham nos anos 1960: a perspectiva de uma cura. Invés de marcá-los como imorais ou considerá-los como criminosos, Socarides disse aos gays que eles sofriam de uma doença cujos efeitos podiam ser revertidos".(An Analyst, a Father, Battles Homosexuality)
Note-se o tributo respeitoso que lhe oferece New York Times, jornal de envergadura mundial e inserido num país considerado vanguardista em tantas questões de ordem moral, como a dita "liberação sexual dos anos 1960", todavia, à luz de tantas evidências, país moralmente degradado, que tenta subjugar o "resto" da humanidade. Ainda assim, ainda ali, aquele ilustre Doutor recebeu aquele tributo memorável. Vejam mais esse paradoxo notável: lá, na "liberalidade", em que a vanguarda gay é bem maior, há respeito a um terapeuta dessa causa; aqui, na contramão do bom equilíbrio social, há a perseguição! A perseguição aqui tem sido tão cruel que gerou, inclusive, esse comunicado por parte da Doutora Rozangela Justino, que teme pela própria integridade pessoal, pela sua vida, ameaçada que é pela militância gay. E nós? Que temos feito para honrar a nossa Doutora Rozangela Justino? Quase nada! A maioria debruça-se no coliseu da sua desejada destruição... É hora de chamar a consciência de volta! EM NOME DO BOM SENSO E DOS MELHORES PRINCÍPIOS, APELO PELA MANUTENÇÃO DO ARTIGO!!! BeremizCpa? 01h01min de 20 de junho de 2010 (UTC) - Tenha dó Beremiz, essa mesma biografia do Socarides cita um outro psicólogo que diz que as suas afirmações são não só sem sentido como perigosas. E leu a parte sobre o filho dele? E leu a citação em que ele afirma que os homossexuais é que criaram a SIDA? Haja! Para trazer exemplos desses, tinha sido melhor ter ficado quieto.--- Darwin Ahoy! 03h24min de 20 de junho de 2010 (UTC)
- E mais Beremiz, ao contrário do que você diz aí acima, e conforme se lê no artigo da wiki-en (que você linkou, mas nem leu, certamente) essa outra criatura, o Socarides, foi efectivamente admoestado e ameaçado de processo judicial pela sua própria associação profissional, justamente pelo cariz das afirmações que andava a fazer sobre homossexualidade, tal como a sua Rozângela. Essa casta de gente é tratada do mesmo modo em qualquer sítio civilizado, graças a Deus.--- Darwin Ahoy! 03h32min de 20 de junho de 2010 (UTC)
- Ela NÃO tem notoriedade para figurar aqui, os links mostrados são triviais. Qdo mostrarem que ela é reconhecida no meio de facto voto por manter. E vamos nos manter no campo o ARTIGO, não de nossas opiniões pessoais sobre a biografada, ela em si não tá em discussão. PS: quase 150kb, record?--Lépton msg 03h28min de 20 de junho de 2010 (UTC)
- "Honrar" a Rozangela Justino Beremiz?! Honrá-la pelo o que? Por ser uma mulher ignorante, preconceituosa e homofóbica? Por ser uma psicóloga que não respeita os preceitos de sua própria profissão e das instituições que a coordenam? Ora! Era só o que me faltava. Ainda sou obrigado a ler esse tipo de coisa. Heitor diz aí! 03h41min de 20 de junho de 2010 (UTC)
que deprimencia, ao màximo o nome dessa mulher poderia ter sido referido em homossexualidade ou homofobia... apenas acrescentou-se a palavra caso, de resto... Censor (discussão) 14h18min de 20 de junho de 2010 (UTC) Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino" Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Rozângela_Justino http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Rozângela_Justino&direction=prev&oldid=20757255 http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Rozângela_Justino&direction=prev&oldid=20743775 http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Rozângela_Justino&action=history Ver também: http://pt.wikipedia.org/wiki/Discussão:Caso_Rozangela_Justino NOTA: Os dois comentários a favor da permanência do artigo que tiveram parte de seu conteúdo removido, por serem supostamente "ofensivos", tinham originalmente a seguinte redação: FieldsDiga! 02h12min de 9 de junho de 2010 (UTC). Que absurdo é esse?!... Estão a defender abertamente a discriminação, a opressão e a parcialidade! Será porque a Doutora (não "doutora", como foi com descaso tratada!) teve a coragem de oferecer um tratamento que visa corrigir uma abominação? Abominação, sim! Apesar dos esforços da patrulhas gay aqui e em todo lugar. BeremizCpa? 02h47min de 9 de junho de 2010 (UTC). A wikimedia anda mesmo doente... Quando se trata de alguém (a corajosa psicóloga em combate) que oferece alguma ajuda, é logo detratada! Fico-me a refletir quantos dos que apóiam tal... coisa são ou enfermos da mesma enfermidade, ou lhes são "simpatizantes". Notem que a cura para a doença é oferecida, embora o doente não seja obrigado a aceitá-la, a se tratar. Mas que existe cura — ah! isso existe. É só buscá-la. Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Rozângela_Justino&oldid=20600419 Outros trechos censurados: (Eduardo Banks (discussão) 21h28min de 6 de junho de 2010 (UTC)) Heitor, vá procurar o que fazer. Eu sou usuário da Wikipedia desde 2006, e estou muito longe de ser "boneco de meia", especialidade esta que desenvolveu você mesmo, ao fazer meia com os garotos do condomínio na garagem. O Albmont é meu primo em terceiro grau, e é cabra-macho, ao contrário dessa turma meio "jovial" que enche o saco da Rosângela Justino. Deveriam vocês procurar o auxílio de uma psicóloga, ao invés de representar contra ela no CFP. Sugiro que dê uma passada na Vila Mimosa e aprenda o prazer de ser Homem de verdade Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&oldid=20563076 http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&oldid=20563121 . (Eduardo Banks (discussão) 18h18min de 4 de junho de 2010 (UTC)) Se não gostam da Rosângela Justino, é uma coisa. Não dá para apagar o perfil de um pessoa pública, só porque ela desagrada a algumas pessoas. PEÇO AOS ADMINISTRADORES O DECORO DE MANTER ESTE ARTIGO, AINDA QUE MILHENTOS INSATISFEITOS PENSEM DE MODO DIFERENTE. Do contrário, estaria legitimado o poder de linchar os desafetos, a pretexto de que uma suposta maioria quisesse vindicar contra os direitos de um só indivíduo. ==ATENÇÃO MODERADORES: ESSE YANGUAS É BANDIDO; RISCOU POR DUAS VEZES MEU VOTO, DIZENDO QUE EU NÃO "JUSTIFIQUEI". Para votar contra a eliminação, basta assinar no lado "manter", e eu fiz mais do que isso. Já foi verificado pela Administração que eu não sou o mesmo usuário Albmont, então, não podem colocar o meu voto como se fizesse parte do dele. Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Roz%C3%A2ngela_Justino&oldid=20615997 Matérias relacionadas: Censura e manipulação na Wikipédia: ataque a Rozangela Justino - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/479 Tirania gayzista continua no controle, arruinando a Wikipédia - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/478
Morreu ontem, 09/06/2010, o Professor Orlando Fedeli (1933-2010) presidente da Associação Cultural Montfort, vitimado por um ataque cardíaco. Quem fizer uma busca no Google News agora, manhã de 10/06, não encontrará absolutamente nenhuma notícia sobre o falecimento de Fedeli nos sites jornalísticos: http://www.google.com.br/search?num=20&hl=pt-BR&newwindow=1&safe=off&tbs=nws%3A1&q=%22orlando+fedeli%22&btnG=Pesquisar&meta=&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai= Entretanto, dezenas de blogs na internet informam o acontecimento, comentam e prestam homenagem ao pensador católico. http://www.google.com.br/search?num=20&hl=pt-BR&newwindow=1&safe=off&tbo=s&tbs=blg%3A1%2Csbd%3A1&q=orlando+fedeli&btnG=Pesquisar&meta=&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai= Isto ajuda a demonstrar como a chamada "grande mídia" e a imprensa tradicional já não servem como principal fonte de informação. E também como o viés politicamente correto e tapado dessa grande imprensa a faz ignorar a existência e a relevância de grandes idéias e pessoas fora de seu circulozinho de "verdades". Dependendo do caso, e este é um belo exemplo, são as pessoas comuns, fora dos jornalões e dos grande portais, que trazem a informação que aquela mídia faz questão de ocultar. Para saber mais sobre Orlando Fedeli e seu trabalho, visite o site da Monfort Associação Cultural: http://www.montfort.org.br
Mensagem de alerta: Wikipédia ataca Rozangela Justino e distorce a verdade Prezados amigos, quero informar sobre mais uma tramóia dos gayzistas em conluio com ateístas, comunistas, ignorantes e mentirosos em geral que controlam a Wikipédia: Depois de manterem por vários meses um artigo atacando a psicóloga Rozangela Justino, com informações parciais e deturpadas, agora eles querem apagar o verbete, já que alguém apontou a tendenciosidade do texto e propôs a correção. Mais informações nestes links: Tirania gayzista continua no controle, arruinando a Wikipédia http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/478 O lóbi gay brasileiro censura na Wikipédia http://espectivas.wordpress.com/2010/06/04/o-lobi-gay-brasileiro-censura-na-wikipedia/ Página de votação: Wikipedia:Páginas para eliminar/Rozângela Justino : http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Rozângela_Justino , ou http://bit.ly/9Yo2In (onde se discute a votação pela censura, na Wikipédia) E lembrem-se, cristãos e pessoas que ainda estimam a verdade, PARTICIPEM DA WIKIPÉDIA (qualquer um pode), pois ela é cada vez mais controlada por militantes homossexuais, ateus, abortistas e outros do tipo. E é lá que seus filhos vão buscar informações sobre os mais diversos assuntos, acreditando que elas estão "corretas", inclusive com o incentivo dos professores... Abraços a todos. * * * * * Atualização 08/06/2010 - Ver também: Psicóloga Rozangela Justino é punida por oferecer ajuda a pessoas que querem deixar de ser homossexuais - http://liberdadeexpressao.wordpress.com/2009/08/02/psicologa-e-punida-por-oferecer-ajuda-a-pessoas-que-querem-deixar-de-ser-homossexuais WIKIPEDIA: vale a pena confiar na lisura desta enciclopédia? - http://holofote.net/2010/06/07/wikipedia-vale-a-pena-acreditar-nessa-enciclopedia
Informação recebida: Denúncia de censura e manipulação da informação na Wikipédia Amigos, Vejam como agem aqueles que mais reclamam tolerância. O Movimento Gay brasileiro depois de ter conseguido que a psicóloga Rozangela abandonasse a sua meritória acção de recuperação de homossexuais, com ameaças de todo tipo, dispara contra ela mais outro ataque: ter o seu verbete removido da Wikipédia. Vamos apoiá-la! ATENÇÃO: Verbete Rozangela Justino na Wikipedia poderá ser apagado Mais um exemplo de como a Wikipédia é controlada pela militância gayzista: O artigo sobre a Dra Rozangela Justino na Wikipédia foi colocado em votação para ser eliminado. Quem propôs a eliminação foi um dos muitos defensores da causa gay que comandam aquele espaço, um sujeito extremamente agressivo, que lá assina “Heitor C. Jorge”, e que toma conta do artigo igual a um cão feroz, impedindo qualquer inclusão de informação que não seja conveniente ao movimento homossexual. Tentei participar da votação, mas precisa ser usuário cadastrado já há um tempo para poder votar. Acho que vale a pena dar uma lida lá e, se for de seu interesse, se manifestar sobre a questão. Abaixo, os links (leiam as discussões, são muito reveladoras): Página de votação: Wikipedia:Páginas para eliminar/Rozângela Justino - http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Rozângela_Justino Rozângela Justino (verbete) - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rozângela_Justino (possivelmente será apagado em breve) Rozângela Justino (verbete-discussão) - http://pt.wikipedia.org/wiki/Discussão:Rozângela_Justino (possivelmente será apagado em breve) Ver também: Pedido de bloqueio da página sobre Rozangela Justino, feito por editor manipulador pró-gay, para evitar que a página fosse corrigida: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Pedidos_a_administradores/Proteção_de_páginas#Rozângela_Justino Página de discussões do usuário que tentou corrigir as distorções gayzistas e foi atacado: http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário_Discussão:Iafgs#Rozângela_Justino * * * Matérias relacionadas: Wikipédia censura informações que incomodam gayzistas Notícia censurada no WikiNews: "Blog censurado por militância gay volta ao ar" Matéria censurada ressurge no WikiNews. Administrador da Wikipédia tenta ocultar registro da censura. Os censores da Wikipedia Pro-Obama Censorship at Wikipedia Panelinhas, burocracia e censura comprometem qualidade da Wikipédia Criador da Wikipédia critica leis que restringem liberdade na internet * * * Atualização 05/06/2010 - Ver também: Perspectivas: O lóbi gay brasileiro censura na Wikipédia - http://espectivas.wordpress.com/2010/06/04/o-lobi-gay-brasileiro-censura-na-wikipedia Atualização 07/06/2010 - Mais: Censura e manipulação na Wikipédia: ataque a Rozangela Justino - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/479 * * *
Marco Civil da Internet: Minuta e debate - http://culturadigital.br/marcocivil/debate/ CGN - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 15:03 Consulta sobre regras para internet vai até domingo Até o próximo domingo, qualquer cidadão poderá opinar sobre como deve ser feita a regulação da utilização da internet no Brasil. A consulta sobre o Marco Civil da Internet, a cargo do Ministério da Justiça, vai colher a opinião dos brasileiros com vistas a formulação de uma lei para determinar direitos, responsabilidades e diretrizes no uso da web no Brasil.
As contribuições podem ser registradas no site http://culturadigital.br/marcocivil/
O prazo da consulta venceria no dia 20 de maio, mas foi prorrogado. O Ministério divulgou que a extensão do prazo para o encerramento do debate foi para garantir maior participação popular. O uso público da rede mundial de computadores começou no Brasil há 15 anos, e até hoje, não há lei específica a respeito.
A consulta em andamento começou em outubro de 2009 e já recebeu quase 3 mil comentários. Desde o dia 8 de abril, quando o debate foi reaberto, conta com a disponibilização de um rascunho do projeto de lei. Quem acessar o site onde ele está pode comentar cada artigo do texto e sugerir novas redações. Fonte: Campo Grande News - http://campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=293614 * * * http://culturadigital.br/marcocivil : 21 de mai de 2010, às 17:05h Prorrogado o prazo para o debate Na tarde desta sexta-feira (21), a Secretaria de Assuntos Legislativos visando atender às solicitações de diversas entidades que solicitaram mais tempo para apresentar sugestões ao projeto, decidiu por prorrogar o prazo da 2ª fase do debate. O secretário Felipe de Paula(SAL-MJ) explicou que a prorrogação do prazo é fruto do compromisso do Marco Civil da Internet com a participação popular. Com a ampliação do prazo, que inicialmente era de 45 dias, a sociedade ganha mais uma semana para discutir a redação da proposta de lei para a Internet. Ressalva-se que o debate estará aberto até a meia-noite do próximo domingo (30), os interessados em contribuir com o debate devem se registrar no http://culturadigital.br/marcocivil/ . A participação plural da sociedade é essencial, por isso, leia, participe e divulgue. Fonte: http://culturadigital.br/marcocivil/2010/05/21/prorrogado-o-prazo-para-o-debate 
* * * Matéria da Veja: Internet Marco Civil da web: como disciplinar sem censurar? 14 de maio de 2010 Por Rafael Sbarai e Renata Honorato (Foto: Getty Images) O Brasil está às voltas com uma daquelas questões que requerem vigilância máxima: a criação de um Marco Civil da internet. Apresentado à sociedade em outubro pelo Ministério da Justiça, com colaboração da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a proposta de projeto de lei pretende estabelecer regras para a web brasileira, prevendo direitos e deveres de cidadãos, provedores de acesso e governo em relação às atividades realizadas na rede. Até o dia 23, o rascunho de lei receberá sugestões de todos os brasileiros via web; em junho, o texto do governo, acrescido de eventuais alterações, seguirá para votação no Congresso. Nas próximas semanas, VEJA.com publicará uma série de reportagens sobre os pontos mais polêmicos da empreitada. O primeiro tema é o da liberdade de expressão - e o risco de que sejam criados mecanismos para cerceá-la. Confira como algumas nações tratam a questão. O texto original do governo federal defendia a possibilidade de remoção de conteúdos sem a necessidade de uma ação judicial. Na prática, funcionaria assim: qualquer um que se sentisse prejudicado por um comentário publicado em site ou blog acionaria o provedor que hospeda aquela página pedindo a retirada do texto indesejado da rede. De quebra, mandaria pelos ares a liberdade de expressão. Um dos redatores do anteprojeto, o advogado Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV, alega que o objetivo da proposta era promover um diálogo direto entre o usuário supostamente prejudicado e o provedor, sem intermediação da Justiça. A ideia, contudo, se choca com o ideal e também com a prática de liberdade de opinião, que prega que cada indivíduo tem o direito sagrado de dizer o que bem entender, contanto que assuma eventuais consequências da posição tomada. "O conteúdo da internet precisa ser livre para que as pessoas tenham a oportunidade de se expressar", lembra o advogado especialista em propriedade intelectual Paulo Parente. Depois da gritaria virtual - foram 30.000 visitas à página do Marco Civil na web e 1.700 observações ao texto -, o mecanismo de controle foi retirado do projeto. Iniciou-se, então, a segunda fase de consulta pública, em abril. "A atual redação é mais forte no sentido de proteger o conteúdo publicado, já que diz que o provedor não precisa remover qualquer material sem ordem judicial", diz Lemos, defendendo nova posição. Parente concorda com a alteração do artigo: "Deve haver um contraditório: uma pessoa não pode simplesmente solicitar a remoção de um conteúdo e ser atendida pelo provedor. Isso seria censura: é como se fôssemos na contramão do fortalecimento da democracia." Apesar de o projeto dar um passo adiante, permanece embutido nele uma tradição brasileira de manter algum tipo de controle de opinião. Ou seja: embora a publicação de qualquer conteúdo esteja salvaguardada pela Constituição, o que afasta a censura prévia, a Justiça mantém a prerrogativa de determinar a retirada de textos, fotos, vídeos e outras formas de expressão da rede - o que configura um tipo de controle posterior. Se aprovado nos termos atuais, portanto, o Marco Civil formalizará para o ambiente virtual o que já é assegurado no mundo físico pelo Código Civil. Atualmente, a lei brasileira permite que qualquer conteúdo seja retirado de circulação mediante uma ação judicial. Do mundo físico, a prática tem sido levada para o universo virtual. Exemplos recentes são notórios. Em 2007, 11.000 exemplares do livro Roberto Carlos em Detalhes, do historiador Paulo César de Araújo, foram recolhidos das livrarias porque o biografado recorreu à Justiça. A defesa do cantor alegou prejuízos aos direitos de personalidade. No mesmo ano, a apresentadora Daniella Cicarelli também foi aos tribunais para "deletar" do site de compartilhamentos YouTube um vídeo em que trocava carícias com o namorado numa praia na Espanha. A decisão do juiz Lincon Antônio Andrade de Moura, da 23ª Vara Cível de São Paulo, foi surpreendente: bloqueio parcial do YouTube no Brasil, até que as imagens fossem retiradas do ar. Cicarelli acusou violação de privacidade e de direito de imagem. Nos dois casos, os pleitos recorriam, entre outros, ao artigo 5º da Constituição, que trata dos direitos da pessoa. No inciso X, diz o texto: "São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação." Frise-se: cabe indenização pelo dano. Mas é o artigo 20 do Código Civil que ampara decisões como as que favoreceram Roberto Carlos e Cicarelli: "(...) a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade (...)." A limitação chama tanto a atenção que está em discussão no Congresso sua alteração, que derrubaria ao menos o direito de personalidades públicas proibirem a circulação de biografias a seu respeito. "A internet no país não tem regras. Isso tem levado a uma tendência de criminalização de ações triviais na rede: na ausência de leis, juízes têm optado pela censura e pela filtragem como caminho de decisões", diz Lemos. O viés restritivo dessa tradição legal brasileira fica mais evidente quando visto de um ponto de vista estrangeiro. Por exemplo, o relatório Government Requests, elaborado pelo gigante de buscas Google. O documento registra solicitações feitas por órgãos de governo e da Justiça em busca de informações sobre usuários de serviços como Orkut e YouTube, ambos do Google, bem como a remoção de conteúdos que, no entender das autoridades, apresentam violações como difamação, invasão de privacidade ou calúnia. Entre 42 nações, o Brasil apareceu no ranking de abril em primeiro lugar, com 3.663 solicitações de dados de usuários e 291 pedidos que pleiteavam a remoção de conteúdos - o levantamento exclui a China, onde tais dados são considerados segredo de estado. Cabe ressaltar que são justamente as peculiaridades de cada país que colocam cada nação em maior ou menos evidencia na lista. No Brasil, a Justiça de fato tem poder para excluir material da web. Nos Estados Unidos, o artigo 230 do Communications Decency Act (CDA), lei que estabelece responsabilidade na rede, proíbe tal prática em casos de difamação, calúnia ou invasão de privacidade. Nessas situações, cabe apenas punição financeira. Na Alemanha, uma lei proíbe a publicação de conteúdos alusivos ao nazismo - o que fez o país despontar em segundo na lista. O diretor jurídico do Google, David Drummond, afirma que o relatório pretende "lançar luz sobre a escala e a amplitude das iniciativas de censura tomadas pelos governos ao redor do globo". O documento tem, sem dúvida, boas intenções. Mas com ele o Google busca também lustrar sua própria imagem, mostrando que a empresa atua contra abusos. Nos últimos anos, ela vem sofrendo pressões por conta dos problemas apresentados por alguns de seus serviços. É o caso do Street View, serviço integrado ao Google Maps que exibe na web fotos de ruas de algumas cidades do planeta. Desde sua criação, em 2007, a ferramenta é acusada de invadir a privacidade, à medida que mostra pessoas, carros e construções. Por conta disso, o Google passou a distorcer digitalmente imagens que poderiam levar à identificação de pessoas e veículos. A pressão aumentou com o lançamento do Buzz, em fevereiro, que integra redes sociais ao serviço de e-mails Gmail. O produto apresentou falhas de confidencialidade, divulgando listas de contato pessoais ao público geral. Se o Marco Civil for de fato aprovado nos atuais termos, provedores como o Google serão beneficiados. "O provedor de serviço passa a não ter mais responsabilidades pela postagem dos usuários", diz o advogado Marcel Leonardi, professor de direito e internet da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Isso impediria, por exemplo, que o YouTube fosse retirado do ar novamente caso Cicarelli voltasse a namorar em público, ao alcance de uma câmera indiscreta. A eventual punição recairia sobre o responsável pelas imagens. E as próprias cenas, como já acontece hoje, poderiam ser removidas. Muitos no Brasil consideram que a palavra censura é forte demais para casos como esse, em que a remoção do conteúdo é posterior. Mas, seja qual for a palavra usada, trata-se de uma restrição à liberdade de expressão - de um tipo que não acontece, por exemplo, nos Estados Unidos, país que há muito tempo decidiu que esse é um pilar tão fundamental da democracia que nada pode miná-lo.  VEJA TAMBÉM Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/marco-civil-web-como-disciplinar-censurar-559914.shtml * * * MAIS: Marco Civil da Internet: Minuta e debate - http://culturadigital.br/marcocivil/debate/ Notícias: http://culturadigital.br/marcocivil/noticias/ Twitter: http://twitter.com/marcocivil + Liberdade de Expressão II - http://liberdadeexpressao.wordpress.com * * *
04/05/2010 Sites de notícias fazem declaração de Serra sobre ateísmo e tabagismo desaparecer Segundo foi noticiado pela imprensa (e esbravejado pela militância ateísta), o candidato a presidente da república José Serra (PSDB-SP) havia feito recentemente algumas declarações comparando o hábito de fumar à falta de crença em Deus. Matérias reportando a tal fala, que teria acontecido durante um encontro do candidato com evangélicos em Santa Catarina, foram publicadas nos sites do Globo, Zero Hora/RBS e outros. Entretanto, após a pequena polêmica que se seguiu entre os ateus militantes, que reclamaram em seus blogs e twitters, uma coisa curiosa aconteceu: páginas de sites jornalísticos, que traziam a suposta fala de Serra comparando tabagismo e ateísmo, foram alteradas. O texto foi trocado, sumiram as referências ao ateísmo e, em seu lugar, surgiram outras palavras, não "ofensivas" aos ateus... O estranho, desonesto até, é que os veículos não informaram a mudança no texto, não usaram o habitual procedimento do "erramos", apenas fizeram a alteração do texto em páginas já existentes, nos mesmos endereços, sem nenhum aviso ou esclarecimento. Abaixo, cópias de trechos das reportagens, antes e depois da mudança. Antes: Ele falou bastante em saúde. Citou a importância da vacinação contra a Gripe A e relacionou o fumante como uma pessoa sem Deus na vida.
— A pessoa que fuma sabe que o cigarro vai fazer mal, mas continua assim mesmo. Depois, adoece e mesmo assim continua fumando. Assim é uma pessoa sem Deus. Sabe que Ele está ali, mas não o procura — disse o pré-candidato. Jornal de Sta. Catarina, RBS (página em 02/05/2010) Cache do Google de 02/05/2010: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:9lpXIYmXq_sJ:www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/19,0,2890912,Jose-Serra-participou-de-encontro-religioso-em-Santa-Catarina.html+/search%3Fhl%3Dpt-BR%26safe%3Doff%26q%3D%2Bsite:www.clicrbs.com.br%2B19,5,2890912,Jose-Serra-participou-de-encontro-religioso-em-Santa-Catarina.html Cópia arquivada no Liberdade de Expressão: http://images.liberdadedeexpressao.multiply.multiplycontent.com/attachment/0/S9-ptQooCI8AAByV57w1/02-05-2010-cache-Jos%C3%A9%20Serra%20participou%20de%20encontro%20religioso%20em%20Santa%20Catarina%20%20Pol%C3%ADtica%20-%20Jornal%20de Depois: Ele falou bastante em saúde. Citou a importância da vacinação contra a gripe A e programas desenvolvidos nas gestões dele frente ao governo de São Paulo e ao Ministério da Saúde, entre eles o de combate ao fumo:
— Nós combatemos o tabagismo, o cigarro. Por quê? Porque faz mal à saúde. Mas eu dizia: não é apenas para prolongar a vida das pessoas. É para que tenham melhor qualidade de vida. Porque aquele que fuma, quando fica doente por causa disso, fica, às vezes, anos com problemas de saúde. Inclusive com problemas de paralisia, não pode andar, sofre com problemas de pulmão. Vive, mas vive mal. Jornal de Sta. Catarina, RBS (página em 03/05/2010) http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/jsc/19,5,2890912,Jose-Serra-participou-de-encontro-religioso-em-Santa-Catarina.html Uma outra página no site da RBS, com outra URL, traz a mesma matéria corrigida, desta vez com a nota de esclarecimento: Correção: Diferentemente do que informou este site na reportagem "José Serra participa de encontro religioso em Santa Catarina" (01/05/2010 - 20h39min), o ex-governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB), não se referiu a fumantes como pessoas "sem Deus". Na verdade, o discurso do político não relacionou diretamente o fumo com a religião. Em um primeiro momento, Serra citou passagens bíblicas à multidão reunida em Camboriú e disse que a frase "Que tenham vida, e a tenham em abundância" está ligada à qualidade de vida e não apenas a ações para prolongar a vida das pessoas. Em seguida, citou programas desenvolvidos nas gestões dele frente ao governo de São Paulo e ao Ministério da Saúde, entre eles o de combate ao fumo. O texto foi corrigido. Jornal de Sta. Catarina, RBS (03/05/10) - http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/19,0,2892080,Jose-Serra-participou-de-encontro-religioso-em-Santa-Catarina.html De qualquer forma, o fato de as outras páginas terem tido seu conteúdo modificado, sem esclarecimento algum, reforça a sensação de falta de credibilidade e de desconfiança em relação a esses veículos, já que textos lidos num dia podem não ser os mesmos no dia seguinte, ainda que visitando-se o mesmo link. * * * Atualizações 04/05/2010: O site de ateísmo "Bule Voador" também comentou o estranho procedimento da imprensa neste caso: GLOBO E RBS ALTERAM CONTEUDO DE NOTÍCIAS SOBRE O DISCURSO DE SERRA! - http://bulevoador.haaan.com/2010/05/03/globo-e-rbs-alteram-conteudo-de-noticias-sobre-o-discurso-de-serra Reinaldo Azevedo (03/05/10): SERRA, OS ATEUS E O CIGARRO - INVENÇÃO DE REPÓRTER DA RBS PÕE NA BOCA DE SERRA PALAVRAS QUE ELE NÃO DISSE. É UM TROÇO ESCANDALOSO! - http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/serra-os-ateus-e-o-cigarro-invencao-de-reporter-da-rbs-poe-na-boca-de-serra-palavras-que-ele-nao-disse-e-um-troco-escandaloso José Serra também mencionou os desmentidos em seu twitter, na madrugada de 4 de maio: Dia de desmentidos: jamais falei as 2 frases sobre fumantes e ateus q um repórter da RBS me atribuiu. Alguns portais e jornais acreditaram. about 3 hours ago via web Os meus discursos são gravados e transcritos. Aqui, os veículos que corrigiram o erro: RBS, D. Catarinense, Globo, G1. about 3 hours ago via web Agradeço ao @ pela rapidez e correção. Foi o primeiro a reparar o erro clamoroso e a publicar o desmentido. about 3 hours ago via web Minha posição, @ e @, é de defesa intransigente do direito de cada um de fazer suas escolhas. Sem distinção! about 3 hours ago via web http://twitter.com/joseserra_ * * * Mais: Zero Hora (página em 02/05/2010) Cache do Google de 02/05/2010: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:bOqWF5EmGR8J:zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp%3Fuf%3D1%26local%3D1%26section%3DPol%C3%ADtica%26newsID%3Da2890912.xml Cópia arquivada no Liberdade de Expressão: http://images.liberdadedeexpressao.multiply.multiplycontent.com/attachment/0/S9-OzwooCI8AAFVXi4g1/02-05-2010-cache-Jos%C3%A9%20Serra%20participou%20de%20encontro%20religioso%20em%20Santa%20Catarina%20%20Pol%C3%ADtica.htm Abaixo, anexos (attachments) com cópias das páginas mencionadas. Attachment: 02-05-2010-cache-José Serra participou de encontro religioso em Santa Catarina Política.htmAttachment: 03-05-2010-José Serra participa de encontro religioso em Santa Catarina Política - Jornal de Santa Attachment: 03-05-2010-correcao-José Serra participa de encontro religioso em Santa Catarina Política - Jornal Attachment: 02-05-2010-cache-José Serra participou de encontro religioso em Santa Catarina Política - Jornal de
Do blog do Roberto Cavalcanti: Quarta-feira, 31 de março de 2010 A maioria dos conservadores ficou super feliz com a vitória esmagadora de Marcelo Dourado na final do BBB10. Ao mesmo tempo, o movimento gay amargou uma fragorosa derrota em sua tentativa de implantar sua ditadura no Brasil, como se pode observar na reação dos gays da comunidade "Homofobia Já Era" do orkut:
Há, contudo, algumas poucas vozes conservadoras dissonantes que expressam seu descontentamento com a vitória de Dourado, dizendo que ele não representa o conservadorismo, chegando ao ponto de defender a tese de que a vitória de Dourado só dará combustível para a implantação da ditadura gay, retratando a sociedade brasileira como homofóbica.
Ao meu ver, trata-se de uma interpretação deveras equivocada dos fatos.
Em primeiro lugar, fato é que Dourado não é realmente um conservador na acepção da palavra. Ele é basicamente um esquerdista, pois é filho de exilados chilenos, não tem religião e se disse socialista no programa. Obviamente, nada pode ser perfeito para o conservadorismo brasileiro, que de tão carente de lideranças políticas se agarra ao primeiro elemento que diz um pouco daquilo que o cidadão comum gostaria dizer em alto e bom som para todo o Brasil. Mas se Dourado não é um conservador em matéria política, ele é sim um conservador no tocante à moralidade sexual, como fica claro pelo teor de suas declarações a respeito do homossexualismo. Por isso houve essa empatia entre o brasileiro e Dourado. Não só porque ele diz o que pensa com espontaneidade, mas porque o brasileiro já está de saco cheio desse assanhamento dos gays querendo mandar e desmandar em nossas vidas e nos dizer o que devemos ou não dizer. Por isso, Dourado disse o que toda pessoa ajuizada gostaria de ter o poder de dizer a respeito do homossexualismo, mas se diz é vista como "homofóbica" ou politicamente incorreta. Nisso, Dourado foi irrepreensível, pois criticou o homossexualismo sem a necessidade de expressar repulsa aos homossexuais.
Em segundo lugar, a vitória de Dourado não dará combustível para a ditadura gay, muito pelo contrário, só mostrou a impopularidade dos gays. A décima edição do programa foi idealizada com o propósito de fazer um gay campeão. Nessa edição, 1/5 dos participantes já haviam se engajado em atividades homossexuais e a intenção era fazer um desses desajustados sexuais campeão. Nisso apareceu Marcelo Dourado, como brado de resistência do brasileiro contra o movimento de apologia homossexual. A cada declaração polêmica de Dourado os gays ficavam furiosos, e a popularidade dele só aumentava. O movimento gay fez campanha intensa contra Dourado do começo ao fim, chegando ao ponto de mobilizar o Ministério Público para a Globo dar lições politicamente corretas sobre a AIDS. O resultado é que o movimento gay sofreu uma derrota acachapante. Dourado deu declarações entendidas como "homofóbicas", as quais seriam punidas se a lei da homofobia estivesse em vigor, e não apenas não foi "punido" pelo brasileiro, como esperava o movimento gay, como foi consagrado com votações recordes. A vitória de Dourado, portanto, é uma vitória contra o movimento gay, pois as declarações de Dourado só mostram a legitimidade da rejeição do brasileiro ao homossexualismo, na tentativa do movimento gay transformar isso num delito de opinião. Ou seja, vão ter que prender o Brasil todo por "homofobia".
Por isso, o conservadorismo deve realmente comemorar essa vitória, pois foi mais uma derrota do movimento gay em sua sanha de transformar o Brasil numa ditadura gay. Fonte: http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/2010/03/vitoria-de-dourado-e-uma-grande-derrota.html Roberto Cavalcanti - http://roberto-cavalcanti.blogspot.com Attachment: gayzistas-reclamam.jpg
 Convite para a Jornada pela Vida e Família, que acontecerá no Rio de Janeiro dia 29/03/2010 (próxima segunda-feira), a apartir das 13:00 horas, na ABI. Organização: Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política Arquivo PDF e imagem JPG em anexo, abaixo, ao final do texto. EM DEFESA DA VIDA HUMANA, DA FAMÍLIA BRASILEIRA E DA LIBERDADE RELIGIOSA O FENASP/RJ – FÓRUM EVANGÉLICO NACIONAL DE AÇÃO SOCIAL E POLÍTICA no Estado do Rio de Janeiro, na pessoa de seu Presidente Regional Sr. IRVANIO SANTOS, o FENASP/Nacional – Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política, na pessoa de seu Presidente Nacional Pastor Jorge Linhares, A Frente Parlamentar Evangélica, na pessoa do seu Presidente Deputado Federal João Campos (PSDB/GO), A Jornada Nacional Evangélica em Defesa da Vida e da Família, na pessoa de seu Coordenador Deputado Federal Henrique Afonso (PV/AC), C O N V I D A M Líderes Cristãos-Evangélicos para participarem do Seminário sob o tema “EM DEFESA DA VIDA HUMANA, DA FAMÍLIA BRASILEIRA E DA LIBERDADE RELIGIOSA” que acontecerá no auditório da Associação Brasileira de Imprensa – ABI, Rua Araújo Porto Alegre, 71 – 9º andar, na data de 29 de março de 2010, das 13:00h às 21:00h, quando serão debatidos os seguintes temas: . PALESTRAS: . – O Papel do Cristão na Transformação da Sociedade Preletor: DEPUTADO FEDERAL HENRIQUE AFONSO/AC Coordenador da Jornada Nacional em Defesa da Vida e da Família; . – A Igreja Evangélica no Processo de Transformação da Sociedade Preletor: EX-GOVERNADOR DO RJ – ANTONY GAROTINHO; . – Ações no Poder Legislativo, Executivo e Judiciário que afetam a Vida Humana, a Família e a Liberdade Religiosa Preletor: DRª. DAMARES ALVES/DF Assessora Jurídica da Frente Parlamentar Evangélica e do FENASP/Nacional; . – A Igreja e o PNDH3 - 3º Programa Nacional de Direitos Humanos Preletor: DR. ZENÓBIO FONSECA/RJ Consultor Jurídico, Professor Universitário e Diretor do Conselho Jurídico do FENASP/RJ; . – Direito à Liberdade Religiosa no Brasil Preletor: DEPUTADO FEDERAL PASTOR PEDRO RIBEIRO/CE; . – O Malefício da Pornografia para a Sociedade Preletor: PROFESSOR CLAUDIO RUFINO/DF Coordenador da Campanha Nacional de Combate a Pornografia; . – Proteção a Criança Indígena Preletor: PROFESSORA MARGARETE MUNIZ/DF Coordenadora do Movimento Atini-Voz pela Vida; . – Ações no Legislativo em Defesa da Vida Humana Preletor: DEPUTADO FEDERAL JOÃO CAMPOS (PSDB/GO) Presidente da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional; . – A violência contra a infância e adolescência na sociedade de hoje. Como combatê-la? Preletor: VEREADORA LILIAM SÁ/RJ Presidente da Comissão Permanente dos Direitos da Criança e do Adolescente e Vice-Presidente da Comissão Permanente de Transportes e Trânsito da Câmara Municipal do Rio de Janeiro; . – Todos Contra a Pedofilia Preletor: SENADOR MAGNO MALTA/ES; . – Ações em Defesa da Família Brasileira Preletor: DEPUTADO FEDERAL BISPO MANOEL FERREIRA/RJ Presidente de Honra da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Madureira; . – Desafios e Compromissos para a Igreja Brasileira na Luta em Defesa da Vida Humana e da Família Brasileira Preletor: APÓSTOLO ILDSON/ACRE; . – POSSE DA NOVA DIRETORIA DO FENASP/RJ Preletor: SECRETÁRIO GERAL DO FENASP NACIONAL – PR. WILTON ACOSTA/RODÔNIA; . Durante o evento será dada a posse da nova diretoria estadual do FENASP/RJ – Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política no Estado do Rio de Janeiro. Em tempo: Devido a fortes imagens que serão exibidas e aos chocantes dados que serão apresentados, não será permitida a participação ou inscrição de menores de 18(dezoito) anos de idade. . Maiores informações: (21)3068-6703 (21)3068-1514 (21)9991-9782 . e-mails: ouvidoria@fenasprj.com.br . Atenciosamente, . IRVANIO SANTOS Presidente do FENASP/RJ . Info relacionada: http://www.abraceh.org.br ; http://zenobiofonseca.blogspot.com Attachment: CONVITE_FENASP-EVENTO_ABI.pdfAttachment: convite-fenasp-evento.jpg
Revista Galileu Humor sem preconceito por Antonio Tabet, publicitário, roteirista do Caldeirão do Huck e criador do blog Kibeloco, que acabou de virar livro com o mesmo nome A ladainha é a de sempre: “A internet vai acabar com a TV”, dizem os “especialistas” (com muitas aspas, por favor). Devem ser descendentes diretos daqueles mesmos que outrora afirmaram com certeza categórica que o rádio acabaria com o jornal e que a TV acabaria com ambos. Bobagem.
As novas mídias vieram com tudo. Fato. Porém continuamos restritos aos limites do corpo. Basta reparar como lemos bem mais que há 25 anos. Coisa de... sei lá... 50 anos atrás. E isso não tem nada a ver com os movimentos cíclicos que trouxeram as malditas ombreira e capanga de volta. A informação é óbvia, mas poucos compreendem que quem mudou não foi o receptor, mas, sim, o meio.
O jornal de papel vai acabar? Provável. Será lido no tablet ou no “sbrubles” que inventarem até lá. Deixará de ser jornal por causa disso? Claro que não. Ou será que a TV deixou de ser o que é quando largou o velho tubo Telefunken e abraçou os leds de hoje? A forma vive em constante e cada vez mais ágil mutação, mas ela e o comportamento são irmãos siameses. Seu notebook novinho nunca substituirá a lareira que é a televisão. Não é possível reunir a família em torno de um iPhone e tampouco no computador do escritório. E isso independe do conteúdo. E é aí que entra o terceiro elemento dessa equação. A internet faz com que qualquer pessoa com um telefone se transforme em veículo. Hoje, todos somos editores de nós mesmos. Para o bem e para o mal.
O lado ruim é que nenhuma bolha cresceu tanto quanto a do ego. Antigamente, se você pensasse na mesma piada que foi ao ar no TV Pirata, ficaria cheio de orgulho e contaria para os amigos na quarta: “Conta para eles, Solange! Não falei a mesma coisa ontem?”. Hoje, se você escrever uma piada no Twitter que só sua tia e seus colegas de Bonsucesso seguem e três dias depois exibirem a mesma tirada no CQC, você os acusará de plágio. Puro devaneio. É a chamada “inveja wagneriana”.
Outro aspecto negativo é que essa liberdade trouxe — quem diria? — a falta de liberdade. A horda dos politicamente chatos é feroz no Brasil. E quem assistiu aos Trapalhões bem sabe do que estou falando. Didi, Dedé, Mussum e Zacarias jamais poderiam ir ao ar hoje. Seriam chamados de racistas, machistas, homofóbicos e alcoólatras por todos aqueles que carregam mais preconceitos que os preconceitos que procuram. Certa vez, um amigo afro-brasileiro reclamou quando um apresentador utilizou a expressão “ovelha negra”. Quando perguntei se ele iria processar a emissora para ganhar uma grana preta, acalmou-se.
Essa ignorância vestida de empáfia é típica dos sabichões de gueto. Falta-lhes a humildade para perceberem que a velocidade do mundo atual não dá mais rédeas para tais “verdades absolutas”. E que é justamente essa a beleza da modernidade. Um tsunami que cria, recria e abre espaços para o blogueiro na novela das oito ou para o gago ensebado e sem graça nas madrugadas da MTV. Essa convergência faz a madame do Morumbi dizer “cada um no seu quadrado” e o garoto da Rocinha saber operar um Blackberry melhor que o problogger de tecnologia, de dedinhos valentes mas cujo bundão não levanta nunca da cadeira.
Quem insiste em bancar o xerife das novas mídias pode até enganar uma “meia-dúzia” de 20 mil trouxas, mas, para o cotidiano de milhões, soará arrogante, patético e burro. Uma espécie de tio obeso vestido de rainha da Inglaterra pegando ônibus errado na Ilha do Governador.
Aliás, isso daria um belo webhit. E mais! Seria chamado de humor inteligente por todos aqueles que não sabem que o mais inteligente é não classificar humor. Ninguém tem mais tempo para preconceitos Temas relacionados    Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI124042-17774,00-HUMOR+SEM+PRECONCEITO.html
Portal Literal Wikipedia sob censura j. · Rio de Janeiro (RJ) · 8/8/2009 13:31 A Geek revela, em artigo de Stella Dauer, como uma "panelinha" de editores tem dificultado o ingresso de usuários ocasionais na Wikipédia.
A queda no crescimento de usuários, artigos e edições na Wikipédia tem sido observada por pesquisadores, que constaram que se o fenômeno persistir, pode levar a uma piora na qualidade do site e até a seu fechamento. O motivo do declínio seriam editores que não aceitam contribuições de usuários ocasionais.
O pesquisador Ed Chi e seus colegas, do Centro de Pesquisas de Palo Alto, na Califórnia, constataram que o número de novos artigos inseridos por mês no site caiu em 60 mil de 2006 até hoje, significando um declínio de um terço dos registros. As edições em verbetes realizadas todos os meses estagnou em 5,5 milhões, enquanto os editores ativos também não cresceram, ficando em 750 mil.
O problema, de acordo com o The Inquirer, seria a dificuldade em realizar as contribuições na enciclopédia. Se em 2003 as chances de uma modificação feita por um "editor ocasional" ser apagada pela Wikipédia era de apenas 10%, hoje esse índice chega aos 25%. Isso desestimula as pessoas que fazem uma ou outra adição ao site, diminuindo o refinamento da informação.
A burocracia na Wikipedia se deve aos pequenos grupos de editores ativos do site, que intensificaram as correções, modificações e recolocações de antigos textos nas páginas para manterem sua própria versão dos fatos, noticiou o site Softpedia. Quanto mais os editores “de carreira” espantam esses editores ocasionais, menos trabalho têm para revisar os artigos.
Segundo o New Scientist, a mudança no comportamento geral dos usuários pode representar um risco para a Wikipédia. Ed Chi acha que quanto menos editores, menos informação poderá ser adicionada e corrigida. “Ao longo do tempo a qualidade pode degradar”, alerta.
tags: Rio de Janeiro RJ jornalismo-midia Comentários Acho a Wikipedia meio fraquinha,mas,é melhor q/nada.Acho q/devíamos preservá-la e tentar melhorar suas informações. Abraços
Mirokca · Salvador (BA) · 30/10/2009 20:38 Eu já tive algumas contribuições descartadas na Wikipedia, e percebi que não era por serem inválidas, mas exatamente por serem enriquecedoras, talvez contrárias a posicionamentos de editores. Há certas tendências evidentes nas edições, que inclusive alteram o pensamento de filósofos que se tornam verbetes.
Amâncio Siqueira · Garanhuns (PE) · 26/12/2009 20:42 Fonte: http://portalliteral.terra.com.br/artigos/wikipedia-sob-censura Matérias relacionadas: Wikipédia censura informações que incomodam gayzistas Notícia censurada no WikiNews: "Blog censurado por militância gay volta ao ar" Matéria censurada ressurge no WikiNews. Administrador da Wikipédia tenta ocultar registro da censura. Os censores da Wikipedia Pro-Obama Censorship at Wikipedia Wikipedia passa a ter censura prévia Enciclopédia Britannica vai aceitar conteúdo dos leitores Criador da Wikipédia critica leis que restringem liberdade na internet
Wikipedia nas mãos do gayzismo 23/03/2010 Wikipédia censura informações que incomodam gayzistas Novamente os editores e administradores da Wikipédia arrumam desculpas esfarrapadas para censurar artigos que contenham informações que desagradam à militância gay que domina aquele site. O artigo abaixo (Homossexualidade e adventistas), poucos minutos após ter sido publicado por um contribuidor anônimo, já estava sendo indicado para eliminação por um editor-censor da Wikipédia. Observem que a Wikipédia contém inúmeros artigos sobre homossexualismo, inclusive vários onde a militância gay busca "conciliar" a ciência e as doutrinas religiosas com a prática homossexual (vejam, por exemplo: "Homossexualidade na Bíblia" http://pt.wikipedia.org/wiki/Homossexualidade_na_B%C3%ADblia ). Entretanto, neste caso, o autor anônimo mostrou a posição adventista sobre o assunto e, como não agradou à patrulha politicamente correta da Wikipédia, logo buscaram censurá-lo. Os cristãos devem procurar entender o funcionamento da Wikipédia e participar mais efetivamente da edição daquele site (que é, pelo menos em princípio, aberto à participação de todos). Caso contrário, estarão deixando que os militantes gays reescrevam a história e o próprio Cristianismo nas páginas daquela "enciclopédia", enganando crianças, estudantes e todos os demais incautos que a lêem e acreditam, sem questionamentos, no que está escrito ali. Abaixo, cópia do artigo (que ainda não foi definitivamente apagado). A página onde estão a proposta de censura e as desculpas esfarrapadas para a mesma se encontra em: Para entender um pouco do controle e patrulhamento gayzista na Wikipédia, veja esses exemplos: * * * Homossexualidade e adventistas Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. | Este artigo foi proposto para eliminação por votação. Por favor, fique à vontade para melhorar o artigo, mas não retire este aviso, o que, além de inútil (pois não afetará a votação), poderá ser considerado ato de vandalismo. (Novo) - Usuário: se esta página possui arquivos de mídia que não são utilizáveis em outras páginas, adicione uma nota em WP:PER, para que um administrador lusófono do Wikimedia Commons verifique se ela se encontra no escopo do projeto. | | | | Este artigo ou seção foi marcado como controverso devido às disputas sobre o seu conteúdo. Por favor tente chegar a um consenso na página de discussão antes de fazer alterações ao artigo. | | Para Igreja Adventista do Sétimo Dia , Deus criou macho e fêmea para serem diferentes um do outro, e ainda assim se complementarem. Assim, Deus orientou seus sentimentos sexuais em direção ao sexo oposto. Para os Adventistas, a diferenciação e conexão que caracterizam as pessoas, manifestam-se na atração que aproxima os dois sexos um do outro, de modo a estabelecer uma relação completa. Entretanto, em alguns casos o pecado afetou até mesmo essa orientação básica, trazendo a lume um fenômeno que tem sido identificado como inversão. Em tais casos, a orientação natural em direção ao sexo oposto aparece invertida, produzindo uma orientação sexual básica dirigida para pessoas do mesmo gênero. Os Adventistas se apóiam no fato de que a Bíblia condena as práticas homossexuais em termos fortemente negativos (Gên. 19:4-10; cf. Jud. 7 e 8; Lev. 18:22; 20:13; Rom. 1:26-28; I Tim. 1:8-10). Para os Adventistas, práticas desse tipo produzem séria distorção da imagem de Deus sobre homens e mulheres. Uma vez que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rom. 3:23), os Adventistas tratarão com vistas à redenção daqueles que são afligidos por esta distorção. Eles procurarão refletir a atitude de Cristo manifestada para com a mulher apanhada em adultério: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (João 8:11). Os Adventistas afirmam que não são apenas os que possuem tendências homossexuais, mas todas as pessoas que se encontram presas a comportamentos ou relações que causam ansiedade, vergonha e sentimento de culpa, necessitam do ouvido cheio de simpatia de um conselheiro cristão treinado e experiente. Ainda para os Adventistas, nenhum comportamento está além do alcance da restauradora graça de Deus. Ligações externas * * * Matérias relacionadas: Panelinhas, burocracia e censura comprometem qualidade da Wikipédia Notícia censurada no WikiNews: "Blog censurado por militância gay volta ao ar" Matéria censurada ressurge no WikiNews. Administrador da Wikipédia tenta ocultar registro da censura. Os censores da Wikipedia Pro-Obama Censorship at Wikipedia Criador da Wikipédia critica leis que restringem liberdade na internet * * *
 Lei da Mordaça Gay: Silas Malafaia x Iara Bernardi (PT-SP) no Ratinho, 24/02/2010, 18h, no SBT Ministério Silas Malafaia - 11/02/2010 Pr. Silas participará de debate no Programa do Ratinho (SBT) A polêmica do PL 122/2006 será assunto em pauta no Programa Ratinho (SBT), no dia 24 de fevereiro, às 18h, quando o pastor Silas Malafaia e a ex-deputada Iara Bernardes, autora do projeto, debaterão sobre a possível aprovação dessa lei que sanciona como crime qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo. Na oportunidade, o pastor Silas explicará as razões de a igreja evangélica se posicionar contra esse projeto de lei que, além de ferir a Constituição Federal, traz sérios prejuízos à célula mater da sociedade, a família, bem como às convicções religiosas. Não perca! Fonte: http://www.ministeriosilasmalafaia.com.br/_gutenweb/_site/pg_noticias.cfm?COD_MATERIA=209 Ministério Silas Malafaia - http://www.ministeriosilasmalafaia.com.br * * * Para saber mais sobre o PLC 122 e outros ataques da militância gay contra a liberdade de expressão e religião, clique nestes links:
http://liberdadedeexpressao.multiply.com/tag/plc%20122-2006
http://juliosevero.blogspot.com/search?q=122
http://juliosevero.blogspot.com/search?q=homofobia http://holofote.net/category/homossexualismo/
Do site do PSDC (Partido Social Democrata Cristão): MENSAGEM DO PRESIDENTE NACIONAL PNDH III FEVEREIRO DE 2010 COMPANHEIROS, O PNDH III – PLANO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS, em sua terceira versão, assinado pelo SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA, representa hoje uma das principais ameaças, dentre aquelas que já pairaram sobre a Sociedade Brasileira, em toda a nossa história como Nação. Ameaça a Liberdade de Imprensa. Sem imprensa livre não há Democracia; Ameaça ao Direito de Propriedade, impedindo aos proprietários de terras invadidas, o acesso a justiça e os submetendo aos invasores; Ameaça a Vida, pela descriminalização do aborto; Ameaça aos Valores Éticos e Morais do Povo Brasileiro, através da proibição de símbolos religiosos em locais públicos, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças em relações homo afetivas. No enfrentamento à ameaça, a Executiva Nacional instituiu Comissão Especial que, fazendo eco à inconformidade da família brasileira, apontará os caminhos e as ações da resistência. Companheiros Avante! A DEMOCRACIA CRISTÃ RESISTIRÁ. SÃO PAULO, 05 DE FEVEREIRO DE 2010. UM SÓ BRASIL PARA TODOS OS BRASILEIROS! JOSÉ MARIA EYMAEL PRESIDENTE Comissão Executiva do Diretório Nacional "NÓS QUEREMOS: A FELICIDADE" Fonte: http://www.psdcbrasil.org.br/index.php/mensagens/mensais/fevereiro-2010 * * * ACONTECE COMISSÃO ESPECIAL PARA ANÁLISE DO PNDH-III E RECOMENDAÇÃO DE POSICIONAMENTO E ATITUDES. A Comissão Executiva do Diretório Nacional, sensível aos desvios conceituais contidos no Plano Nacional de Direitos Humanos – 3, PNDH-III, face aos valores e princípios que inspiram a Social Democracia Cristã, DESIGNOU COMISSÃO ESPECIAL PARA ANÁLISE DO PNDH-III E RECOMENDAÇÃO DE POSICIONAMENTO E ATITUDES, com os seguintes objetivos: a)Confrontar o PNDH-III com os valores e princípios que inspiram a Social Democracia Cristã e apontar, objetivamente, as principais divergências entre o texto assinado pelo Senhor Presidente da República e o ideário do PSDC. b)Promover audiências com lideranças de todas as vertentes religiosas, juristas e representantes da sociedade, com a finalidade de apurar o seu posicionamento em relação ao PNDH-III, notadamente em relação a paz social, a liberdade de imprensa, o direito a propriedade, o acesso a justiça, o respeito aos valores religiosos do povo brasileiro, a descriminalização do aborto atentando contra o direito a vida, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças por pessoas com ligação homoafetiva. c)Elaborar ao final, Relatório Síntese, o qual deverá conter: - Resumo das incompatibilidades encontradas entre o texto do PNDH-III e o ideário da Social Democracia Cristã.
- Resumo dos posicionamentos das lideranças ouvidas pela Comissão Especial.
- Sugestão de texto que representará a POSIÇÃO OFICIAL do PSDC – Partido Social Democrata Cristão, face ao texto do PNDH-III.
- Sugestão de ações e cronograma de atividades a serem observados pelo PSDC no processo de resistência aos desvios éticos, cívicos e morais contidos no PNDH-III.
A Comissão Especial que terá 30 (trinta) dias para apresentar seu relatório, contado esse prazo a partir de 08/02/10, será presidida pelo Dr. João Augusto do Nascimento, Advogado e Presidente do Conselho Geo-Político do PSDC e contará ainda com a pasrticipação do Dr. Joanilson de Paula Rêgo – Advogado e Presidente do PSDC – Diretório Estadual do Rio Grande do Norte e do Dr. Luiz Adão Marques – Advogado e Presidente do PSDC – Diretório Estadual do Paraná. Fonte: http://www.psdcbrasil.org.br/index.php/novidades/comissao-especial-para-analise-do-pndh-iii-e-recomendacao-de-posicionamento-e-atitudes Partido Social Democrata Cristão - PSDC - http://www.psdcbrasil.org.br
FRASE DA SEMANA: "Confiar a fanáticos a busca da verdade é o mesmo que entregar o galinheiro aos cuidados da raposa"
General do Exército Maynard Marques de Santa Rosa, na carta "Comissão da 'Verdade'?"
Abaixo, íntegra do texto "Comissão da 'Verdade'?", do General Maynard, reproduzida do blog Resistência Militar: segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 Ideologia petista-comunista escancarada no PNDH3 Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010, 11:52
A COMISSÃO DA "VERDADE?"?
A verdade é o apanágio do pensamento, o ideal da filosofia, a base fundamental da ciência. Absoluta, transcende opiniões e consensos, e não admite incertezas.
A busca do conhecimento verdadeiro é o objetivo do método científico. No memorável "Discurso sobre o Método", René Descartes, pai do racionalismo francês, alertou sobre as ameaças à isenção dos julgamentos, ao afirmar que "a precipitação e a prevenção são os maiores inimigos da verdade".
A opinião ideológica é antes de tudo dogmática, por vício de origem. Por isso, as mentes ideológicas tendem naturalmente ao fanatismo. Estudando o assunto, o filósofo Friedrich Nietszche concluiu que "as opiniões são mais perigosas para a verdade do que as mentiras".
Confiar a fanáticos a busca da verdade é o mesmo que entregar o galinheiro aos cuidados da raposa.
A História da inquisição espanhola espelha o perigo do poder concedido a fanáticos. Quando os sicários de Tomás de Torquemada viram-se livres para investigar a vida alheia, a sanha persecutória conseguiu flagelar trinta mil vítimas por ano no reino da Espanha.
A "Comissão da Verdade" de que trata o Decreto de 13 de janeiro de 2010, certamente, será composta dos mesmos fanáticos que, no passado recente, adotaram o terrorismo, o sequestro de inocentes e o assalto a bancos, como meio de combate ao regime, para alcançar o poder.
Infensa à isenção necessária ao trato de assunto tão sensível, será uma fonte de desarmonia a revolver e ativar a cinza das paixões que a lei da anistia sepultou.
Portanto, essa excêntrica comissão, incapaz por origem de encontrar a verdade, será, no máximo, uma "Comissão da Calúnia".
General-de-Exército Maynard Marques de Santa Rosa Chefe do Departamento-Geral do Pessoal Links relacionados: General é exonerado por falar a verdade sobre a comissão da "verdade" terrorista - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/333 A Verdade Sufocada - http://www.averdadesufocada.com Comunismo Nunca Mais - http://comunismonuncamais.blogspot.com
Do blog da Maria Lucia Victor Barbosa: Terça-feira, 12 de janeiro de 2010 Seria esse arremedo de Constituição à lá Chávez uma satisfação dada à esquerda para que seja esquecido o desagradável fato de seu governo estar sendo o mais corrupto de toda nossa história? Governo de um partido que copiou tudo que antes duramente criticava, que cuspiu na ética que dizia ser o único a possuir, que transformou a ideologia que simulava ostentar em ganância de poder pelo poder. Pode ser que o decreto que o presidente diz ter assinado sem ler – o que ser for verdade demonstra incompetência, irresponsabilidade e incapacidade para governar o país – seja uma demonstração de força. É como se a cúpula petista dissesse: “Estamos pouco nos lixando para a repercussão negativa da constituição que nos sustentará no poder junto com Dilma Rousseff. Parabéns para nós que finalmente dominamos a arte da propaganda enganosa, que conquistamos todos os espaços no Estado. O Estado é nosso e nos o fortaleceremos cada vez mais. Não podemos perder o que conquistamos”. Ou será que a celeuma gerada pelo decreto a partir da revogação da Lei da Anistia não pretende desviar atenção de fatos mais preocupantes ou comprometedores para o governo? Em todo caso, o PT é muito ardiloso. A capa que veste o PNDH-3 tem título cativante: direitos humanos. Esses direitos pareciam se restringir a punição a militares, como quer Paulo Vannuchi que propõe a revogação da Lei da Anistia. Só que o secretário de Direitos humanos não levou em conta que anistia quer dizer perdão, esquecimento para dois lados. Logo alguns militares retrucaram dizendo que não só tortura, mas terrorismo também é crime hediondo, que tem muitos terroristas no governo atual, incluindo a candidata do presidente. Acesa a discussão sobre o tema, foram furtivamente apresentadas num calhamaço de 92 páginas as reais e profusas “leis” que Vannuchi diz ter colhido em congressos realizados pela sociedade civil e que, portanto, expressam dessa a vontade. Que sociedade civil seria essa que não incluiu a imprensa, a Igreja, os produtores rurais, o Judiciário, os partidos políticos, as FFAA? Estaríamos diante dos “direitos dos manos”? Das massas de manobras das “democracias diretas”? Não seriam os “conselhos de direitos humanos” os sovietes do PT? Entretanto, o “poder dos sovietes” da Rússia de outubro de 1917, transformou-se rapidamente no poder do Partido Bolchevique sobre os sovietes. O PNDH-3 escancarou as entranhas totalitárias do PT, quis mostrar que Lula foi só preparação menchevique para a segunda fase bolchevique com Dilma Rousseff. Só falta Vannuchi propor a destruição do Cristo Redentor para colocar em seu lugar, abençoando o Rio de Janeiro, uma monumental estátua de Che Guevara. No mais, serão abolidas todas as liberdade, incluindo a de pensamento. Esse filme de terror já foi visto pelo mundo. E enquanto Vannuchi se preocupa em acabar com a Lei da Anistia, Celso Amorim oferece a mão do governo brasileiro ao Hamas, organização terrorista que não está nem aí para direitos humanos. Aliás, Lula continua in Love com Ahmadinejad e provavelmente continuará a gracejar comparando os que morrem nas ruas ao se oporem às eleições fraudadas pelo déspota que nega o holocausto, a briga de torcidas de futebol. O PT mostrou suas entranhas totalitárias, consciente que pode fazer sucesso. Haverá um recuo tático e depois se volta à carga. Petistas conhecem bem o que afirmou Tzvetan Todorov: “O totalitarismo é uma máquina de tremenda eficácia. A ideologia comunista propõe a imagem de uma sociedade melhor e nos incita a desejá-la: não faz parte da identidade humana o desejo de transformar o mundo em nome de um ideal? (...) Além do mais, a sociedade comunista priva o indivíduo de suas responsabilidades: são sempre ‘eles’ quem decidem. Ora, a responsabilidade é frequentemente um fardo pesado a ser carregado (...) A atração pelo sistema totalitário, experimentado inconscientemente por numerosos indivíduos, provém de um certo medo da liberdade e da responsabilidade – o que explica a popularidade de todos os regimes autoritários”. Fonte: http://maluvibar.blogspot.com/2010/01/as-entranhas-totalitarias-do-pt-maria.html Maria Lucia Victor Barbosa - http://maluvibar.blogspot.com
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